Os Sonhos do Allan
   Mudança de endereço

Este blog se mudou para um novo endereço, no Wordpress, em: http://sonhosdoallan.wordpress.com

Novos sonhos serão postados apenas neste novo endereço no Wordpress. O endereço antigo no UOL Blog (este que você está acessando agora) não receberá mais atualizações e servirá apenas para armazenar o arquivo de posts antigos.

Para você não perder viagem, aqui vai a reprodução do primeiro post no blog em seu novo endereço:

 


Hoje, o blog dos Sonhos do Allan volta à ativa, depois de mais de um ano sem posts, agora neste novo endereço, no Wordpress!

Hoje, tive um sonho no qual o início eu já não me lembro por completo (como na maioria das vezes), mas a parte final eu me lembro. Eu estava não sei em que lugar e minha mãe procurava a tampa da caneta dela, e então eu falei (ou pensei comigo mesmo, sei lá) que vieram 50 tampas de caneta pelo correio. Na vida real, recentemente eu comprei pela Internet, dentre outras coisas, 50 canetas.

Naquele momento do sonho, eu estava meio para baixo, com um pouco de carência afetiva.

Depois dessa parte do sonho, não me lembro o que veio a seguir, mas um pouco depois disso, eu entrei numa sala de aula com vários jovens dentro, uma sala cuja porta dava para a rua e que era diferente das salas de aula das épocas que eu estudava no Ensino Médio e na faculdade, era uma sala com paredes cinza.

Um pouco antes de eu adentrar o recinto, vi alguns carros estacionados uns na frente dos outros, em fileira, com espaços de alguns metros entre um veículo e outro. Em cima de cada veículo, havia uma moça trajando roupas pretas com o rosto pintado de branco se maquiando. No momento que eu entrei na sala de aula, a moça do carro que estava mais próximo à porta traçava uma linha preta do meio da boca até o queixo. Parece que as moças estavam organizando um protesto contra o prefeito de Praia Grande, Roberto Francisco, para que este fosse deposto e que assumisse um político da oposição em seu lugar.

Depois que eu entrei na sala de aula, sentei junto a alguns jovens e fiquei conversando. Não havia nenhum professor dando aula. Depois de uns minutos, a moça que estava em cima do carro próximo à entrada da sala e que eu a vi se maquiando parou na porta e arremessou uma lixeira aparentemente vazia para dentro do recinto, e esta acertou meu braço esquerdo, fazendo com que este ficasse cheio de purpurina grudada. A lixeira que acertou meu braço era vermelha com detalhes em amarelo, era uma lixeira incrementada e enfeitada, com acabamento em purpurina amarela.

Depois de arremessar aquilo no meu braço, a moça saiu correndo, e eu saí correndo atrás dela a fim de pedir explicações. Entretanto, ela corria muito mais rápido do que eu e acabei a perdendo de vista. Ainda assim, continuei correndo a fim de alcançá-la, inclusive, tive que passar por obstáculos e caminhos apertados. E eu me sentia gordo enquanto corria. Na vida real, eu estou um pouco acima do peso ideal.

Pedindo informações para algumas pessoas onde aquela moça estava, fui informado que o nome dela era Danila e o local onde ela estava, em uma sala junto com umas amigas dela. Quando adentrei a sala, vi que ela já havia lavado o rosto e trocado de roupa, agora trajando roupa cinza. A Danila era uma moça muito bonita e aparentava ter uns 18 anos de idade, aproximadamente.

Então, pedi explicações à Danila por ela ter arremessado aquela lixeira em mim. Ela me respondeu que não teve a intenção de me acertar e sentia muito pelo ocorrido, visivelmente com um pouco de medo, temendo que eu a agredisse em represália por ela ter me acertado. Mas eu falei calmamente com ela, sem raiva, falei mais algumas coisas que agora não me lembro. Acho que eu falei para ela não arremessar lixeiras novamente ou alguma coisa assim. Inclusive, encostei meio que sem querer o braço cheio de purpurina na Danila, mas sem a intenção de sujá-la, e ela nem achou ruim. Enquanto eu falava com ela, tocava ao fundo uma música romântica em inglês que não sei qual é e nem me lembro direito como era. Por fim, eu disse para ela em tom carinhoso que estava tudo bem, pondo minha mão direita em seu ombro. Ela me perguntou, já sorrindo, se eu vendia cabos USB e eu respondi que não, que eu trabalhava como programador Java. O sonho acabou instantes depois, quando comecei a acordar.

No próximo post, contarei alguns pequenos sonhos que eu tive ao longo desse tempo que eu fiquei sem postar. Até o próximo post!

 



Escrito por Allan às 23h45
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   Disputa de direito autoral e Mara no Fantástico

Olá, internautas! Andei sem postar por um mês nesse blog, acredito que o último post ficou relativamente grande e resolvi deixá-lo em destaque por bastante tempo, além disso, esperei ter um sonho interessante para ser relatado aqui. Mas hoje estou de volta e postarei mais um sonho com a Mara, um sonho sonhado ontem.

O início do sonho foi meio vago, eu acho que eu estava num recinto cheio de gente, acho que o recinto era uma sala de aula ou algo do tipo, mas não dava para definir que lugar era aquele, mas, pelos acontecimentos do sonho, deduz-se que aquele lugar era uma sala de aula. O ambiente estava meio amarelado, deve ser a iluminação do local. Às vezes, nos meus sonhos, os ambientes tendem a ter uma determinada coloração, escura, amarelada, esbranquiçada, alaranjada, dentre outras colorações. Nessa sala de aula, que inclusive não havia cadeiras e nem mesas, e não sei nem se tinha quadro negro (não me lembro nem quais eram os móveis que haviam naquele recinto, se é que tinha algum móvel), estava, um pouco à minha frente, a Mara, cujos cabelos eram loiros meio cor de mel, uma tonalidade de loiro muito bonita, os cabelos dela estavam lindos, assim como os da vida real sem ela tingir, que no caso é um marrom meio ruivo, uma pena que ela pinte os cabelos com cores horrendas (ah, que saudade da época que a Mara estava grávida e não podia pintar os cabelos...), a Mara tem um péssimo gosto na hora de tingir (destruir) os cabelos dela. Voltando ao sonho, a Mara, com cabelos loiros, estava à minha frente e, quando a vi, fui comprimentá-la e ela começou a beijar meu rosto, me beijou várias vezes, e ela beijou até a minha boca, me beijou todinho como se me amasse muito, e a Mara tava de batom ainda por cima, batom laranja. Depois de ela ter me beijado à vontade, senti meu rosto todo sujo de marcas de batom e pus as mãos sobre este para outras pessoas não notarem que eu estava todo beijado. Aí eu não me lembro o que se sucedeu depois, eu acho que a Mara fez um trabalho de escola ou coisa do tipo e acabou violando o direito autoral de não sei qual empresa (acho que era o nome da empresa com as duas letras iniciais trocadas), e por causa disso, acabou sendo processada por tal empresa. Então, a Mara se encontrou com o dono da tal empresa numa cabine que mais parecia aquelas cabines que ficam nos sambódromos e que são usadas pelos repórteres da Rede Globo para narrarem os desfiles (se bobear, a Mara se encontrou com o coiso da empresa numa cabine de sambódromo mesmo), e daí ela, falando com tom de seriedade, um tom que eu nunca tinha ouvido ela falar daquele jeito (geralmente, a Mara fala com um tom meio que descontraído), iniciou o diálogo (ou a disputa, parecia mais uma disputa judicial, só que com só os dois e sem juiz) com o cara da empresa e os dois ficaram lá naquela cabine falando sobre o problema do direito autoral da marca da tal empresa. Depois de não sei quanto tempo, a Mara se saiu vitoriosa na disputa e a vitória dela saiu no Fantástico, com direito a cobertura completa do caso no início do programa e tudo. Nossa, eu fiquei muito feliz pela Mara ter ganho a disputa pelo direito autoral, e inclusive entrei no Orkut e postei na comunidade Linux versus Windows (comunidade onde eu mais posto e mais freqüento) sobre a matéria do fantástico onde a Mara apareceu, dizendo que aquela era a Mara que eu havia comentado em certos posts (eu já comentei sobre a Mara algumas vezes naquela comunidade). Não sei quais foram as respostas do pessoal da Linux versus Windows naquele post que eu havia feito, mas se fosse na vida real, tá na cara que algum infeliz iria postar "matéria comprada", como sempre postam quando postam alguma matéria de algum jornal da Internet, geralmente matérias a favor do Windows. Depois dela ter aparecido no Fantástico e de eu ter ficado muito feliz com a Mara ter ganho a disputa do direito autoral (e dela ter ficado conhecida no Brasil inteiro por conseqüência), o sonho se encerrou.

E esse post acaba aqui, tchau e até o próximo post! E consegui postar antes da meia-noite!

Escrito por Allan às 22h58
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   Milhares de privadas sujas e Angélica sujando a mocinha

Olá! Mais um sonho sem noção será contado hoje, um sonho com muitos banheiros sujos e com a participação da Angélica (mulher do Luciano Huck) e do Rogério Ceni, o goleiro do São Paulo, que inclusive foi mijado! Me esqueci que dia foi ao certo que eu tive esse sonho, mas acho que eu tive há mais ou menos duas semanas. Este sonho é mais um daqueles divididos por partes distintas. Bom, prepare-se que o sonho vai ser meio longo...

Começou com a situação de que queriam sacrificar a Pandora, que é a minha cachorrinha, e não sei por que queriam sacrificá-la, na verdade, não sei nem quem queria sacrificá-la. Fiquei preocupado com a Pandora, mas no fim, ninguém a sacrificou. Não sei se eu tentei impedir que sacrificassem a Pandora, acho que eu nem tentei impedir, ou então eu não acreditei que iam sacrificá-la, pois ela não tinha doença nenhuma que justificasse seu sacrifício. O que importa é que não sacrificaram a Pandora. Depois, chegou um pessoal na minha casa para tratar de um assunto que eu acho que tinha a ver com a construção de um estádio de futebol ou coisa do tipo, e entre as pessoas que chegaram, estava o goleiro do São Paulo, Rogério Ceni. A minha casa estava parecida com a minha casa da vida real, na verdade, a fachada da casa, já que não me lembro de ter entrado. Então, o pessoal discutiu sobre o estádio ou sobre sei lá o quê, e a Pandora, na qual desistiram de sacrificar, tinha sido colocada numa pequena caixa de madeira com tampa a fim de não causar nenhum problema, como latir ou trepar na perna de alguém (acho que é por isso que queriam sacrificá-la, para ela não encher mais o saco, na vida real, a Pandora enche o saco às vezes, mas é lógico que ninguém daqui de casa vai sacrificar ela por causa disso), e eu fiquei com a tarefa de segurar a caixa com a Pandora e não deixar ela escapar. Em um determinado momento, a Pandora fez xixi dentro da caixa e este escorreu para fora através de uma fresta. Para que o xixi não caísse em mim, virei a caixa para a esquerda e nem vi que o goleiro do São Paulo estava bem onde eu apontei o jato de mijo. Resultado: o mijo caiu nas costas do Rogério Ceni, molhando sua camisa branca (e eu ainda o empurrei levemente, tentando evitar que ele fosse mijado pela Pandora, em vão), no entanto, ele nem percebeu que havia sido mijado. Só depois que ele e o resto do pessoal decidiram ir embora é que o goleiro percebeu que estava molhado com um líquido amarelado. E ainda por cima, ele pensou que fosse fluído de freio ou algo que estava no banco do carro dele! Daí, ele foi para o carro dele (um carro preto, devia ser um Gol ou um Mercedes Classe A, acredito que seja um Gol), que estava estacionado na rua, e o resto do pessoal foi tudo embora, assim como o Rogério, ou seja, a reunião havia acabado. Então, essa parte do sonho terminou.

As próximas partes do sonho não têm ligação com a parte anterior e não sei exatamente qual a ordem das partes, quais vieram primeiro e quais vieram depois, vou escrevendo aqui as que eu acho que têm uma provável ordem, embora possa muito provavelmente não ser a ordem correta. Algumas delas aconteceram em um mesmo prédio, em setores diferentes. Eu diria que este sonho girou ao redor deste prédio (um enorme prédio).

Essa próxima parte que irei contar foi meio vaga (ou eu me esqueci de alguns detalhes). Eu estava num prédio (o prédio que eu acabei de falar), em um recinto cheio de gente, acho que tinha uma bancada, não me lembro direito, mas acho que era uma reunião da associação de alguma coisa da qual eu fazia parte, tipo um clube dos bam-bam-bans ou coisa assim. Parece que eu e o resto dos presentes tínhamos identidades secretas, pois o clube era secreto. Talvez esse tal clube seja até um clube de pessoas com poderes especiais, embora em nenhuma parte do sonho alguém manifestou algum poder desse tipo, mas provavelmente o clube devia ser uma espécie de MIB Homens de Preto, embora ninguém vestia preto e não tinha nada a ver com ETs ou coisas do gênero. Depois da reunião, que eu não me lembro direito como foi, saí e um colega meu, de óculos, terno e gravata, que inclusive era meu amigo no sonho, veio comigo. O terno dele era de uma cor meio incomum, era tipo um verde meio que marrom claro, não dá para descrever direito. Ele estava sério, acho que pensava que eu ia revelar minha identidade para alguém, mas depois sorriu. Fui para não sei onde, talvez a cozinha, mas não me lembro onde fui. Essa parte deve ter acabado mais ou menos por aí.

Numa outra parte do sonho com um pouco mais de graça do que a anterior (pelo menos, para mim), fui parar em outro ambiente que aparentemente ficava fora do prédio que eu havia falado (e onde se sucedeu a reunião do tal clube), ficava mais precisamente na sala onde estou neste momento postando isto que vocês estão lendo agora, só que um pouquinho diferente, estava meio escuro o ambiente (na verdade, estava de noite, com as luzes apagadas) e com a TV ligada, dando o Videogame da Angélica (aquele quadro que passa no final do Video Show, mas espere aí, Videogame da Angélica de noite?). Então, começou a trovejar e me mandaram desligar a TV, e esta foi desligada. Pouco tempo depois, parece que os trovões haviam passado e eu liguei novamente a TV. Poucos segundos depois, fui parar novamente no prédio (acredito eu), onde o Videogame da Angélica acontecia ao vivo e era realizado meio que improvisadamente numa espécie de almoxarifado cheio de cacarecos, algo bem pobre mesmo, se bobear, não tinha nem platéia, embora eu estivesse assistindo ao vivo o bagulho. Em nenhum momento foi mostrado quais eram os convidados da semana, inclusive, a parte que eu vi era a da prova da platéia (devia ter platéia, já que houve essa prova), se bem que a prova da platéia do Videogame do sonho nada se parecia com a prova da platéia do Videogame do Video Show da vida real. A tal prova consistia em uma única convidada da platéia que ficava encostada na parede de azulejos e ela tinha que fazer não sei o quê (não me lembro ao certo o que ela tinha que fazer, mas acho que ela tinha que responder a alguma pergunta ou acertar uma vareta em um determinado alvo), e se ela errasse a resposta (ou a pontaria), a Angélica tacava alguma coisa suja na cabeça dela. Durante a tal prova, o cenário mudou inexplicavelmente de um instante para outro, inclusive mudou o tipo de parede. A convidada da platéia era uma moça loira de cabelos lisos e meio tímida. E a Angélica concedeu a primeira tentativa à moça, que errou a resposta (ou a pontaria, não sei o que era para ela fazer exatamente), então, a apresentadora tuchou um mamão mole sem sementes e cortado em quatro na cabeça da convidada, com a casca para cima, em seguida, um punhado de aveia caiu do teto, mas não pegou a cabeça da moça, caiu ao lado dela, à esquerda. O cabelo da mocinha ficou todo sujo de mamão e a Angélica fez cara de safada, como se estivesse gostando daquilo. Daí, a apresentadora do Videogame concedeu mais uma tentativa à mocinha, que novamente não conseguiu acertar. Essa foi ainda pior: um doce com pregos caiu sobre a cabeça da pobre convidada e esta, após ser atingida, fez cara de que havia sido ferida pelo doce, fez cara de dor, como se os pregos fincados a estivessem incomodando, embora nenhum sangue saiu de sua cabeça. Curioso para saber que gosto tinha aquilo, peguei um dos flocos daquele doce cheio de pregos de cima da cabeça dela e comi, e até que não era tão ruim, embora tivesse pregos, que nem feriram minha boca, mas o doce era bem doce. O interessante é que, na hora que eu estiquei a mão para pegar o doce de cima da cabeça da garota a fim de provar este, havia uma tela de TV separando o programa de mim, embora eu estivesse no estúdio, na verdade, quase do lado da Angélica. Por fim, a Angélica concedeu a terceira e última tentativa à pobre loirinha, tentativa essa também falha, fazendo com que outra coisa suja fosse despejada sobre sua linda cabeça. Dessa vez, não me lembro o que foi despejado sobre a moça. Depois disso, não sei como terminou o bagulho da Angélica e então acabou essa parte do sonho.

Teve uma parte do sonho onde eu fui fazer não sei o quê na biblioteca da FATEC ou de não sei que outro lugar, e havia vários livros e discos. Discos mesmo, daqueles de 33 rotações. E eu andava dentro da biblioteca dentro de um carrinho de supermercado. Obviamente, a biblioteca do sonho era maior do que a biblioteca da vida real, pois a da vida real é praticamente um cubículo, impossibilitando o tráfego de carrinhos de supermercado, embora seja uma biblioteca de faculdade. Esse é um dos problemas da FATEC Praia Grande na vida real. Voltando ao sonho, eu tava no meio das prateleiras com livros e discos e eu achei uma coleção de discos da IBM (International Business Machines). Segundo o diretor da FATEC (o Nilson, que tava meio diferente do da vida real, inclusive com uma voz diferente), que apareceu na biblioteca (e ele não andava de carrinho de supermercado), os discos foram dados pela IBM numa palestra que alguns executivos dessa empresa ministraram, e tais discos continham os vídeos dessas palestras. Ou seja, neste sonho, os antigos discos de vinil podiam armazenar vídeos. O Nilson também disse que aquela coleção de discos era uma coleção muito importante, uma das coleções de discos mais valiosas da biblioteca. Olhei para os discos por alguns instantes e depois eu os guardei novamente, então eu saí da biblioteca, ou então eu fiquei por mais algum tempo vendo outros discos e depois saí, não me lembro direito. Então, acabou essa parte.

Agora vou escrever a parte dos banheiros sujos, a principal e última parte deste sonho. Não tenho certeza, mas essa parte parece que aconteceu logo após a parte da reunião do clube secreto, neste caso, tal parte aconteceu depois de todas as outras partes relatadas até o momento, porém, como eu já disse, não tenho certeza disso. Adentrei o setor de banheiros do prédio. E havia muitos, muitos banheiros, acho que tinha mais de mil banheiros, desses que tem portinha e que a gente entra, faz pipi, dá descarga (ou não) e vai embora. E todos eles eram pretos, as portas eram pretas e o interior dos banheiros era preto. E eu estava com vontade de tirar uma água do joelho (não é bem do joelho onde vai sair a água), só que eu não queria fazer isso perto de ninguém e tinha medo que alguém me visse, pois eu não podia revelar a minha identidade (há aí uma clara ligação entre essa parte e a parte da reunião do clube secreto). Nisso, fui adentrando os corredores que ficavam entre os banheiros (e que davam acesso a estes) a fim de escolher um banheiro bem escondidinho e bem limpinho para eu urinar. Todavia, cada vez que eu escolhia um banheiro, este estava sujo, alguns estavam em um estado completamente deplorável, tudo cheio de meleca (não sei que tipo de meleca era, talvez excrementos ou gordura, ou então vários tipos de melecas). O pior é que eu ouvia um barulho de uma TV ligada, logo, devia haver gente por perto e eu não queria ser visto. Depois de entrar em vários banheiros sujos, encontrei a TV de onde saía o barulho de TV. Era uma TV de cinco polegadas com uma imagem meio ruim que ficava em cima de uma mesa cheia de telefones, radiocomunicadores e outros objetos, e havia algumas cadeiras com coletes da polícia pendurados. A tal mesa era um posto policial que funcionava dentro da seção de banheiros do prédio, entretanto, não vi nenhum policial por perto. Depois de dar uma olhada no posto policial, continuei a procurar por um banheiro discreto e suficientemente limpo para que eu pudesse fazer pipi. Embora eu fizesse pipi de pé, o que dá a vantagem de não precisar encostar no vaso para urinar, eu fazia questão de que o banheiro fosse limpo para eu não me sujar com alguma meleca nojenta caso eu encostasse acidentalmente na privada. Acabei por retornar para perto da entrada do setor de banheiros do prédio, que agora já estava com algumas pessoas circulando, inclusive um policial. Havia também banheiros enfileirados, mas em menor número do que na parte mais ao fundo do setor. Como eu queria muito ir ao banheiro (embora não tivesse a sensação física da vontade de urinar), resolvi ir num que tava bem na cara de todo mundo, um banheiro que aparentemente estava limpo e possuía a porta e as paredes transparentes. Detalhe: o banheiro em questão não possuía privada, mas sim uma mesa, uma cadeira e uma mulher dentro. Só que um homem entrou na minha frente, ou melhor, ficou só na porta, não deixando ninguém entrar. Como ele não entrava, tentei entrar pedindo licença a ele, mas o coiso me empurrou e fez um som meio esquisito com a boca. Desisti de ir ao banheiro. Instantes depois, um senhor tentou ir nesse mesmo banheiro e o louco continuava lá atravancando a passagem. Este empurrou o senhor do mesmo jeito que ele me empurrou, além de fazer o som esquisito com a boca. Fiquei indignado, chamei o guarda e disse a ele: "Guarda, prenda esse homem!" e então o guarda foi até o banheiro onde o louco estava e o prendeu. Finalmente com o banheiro livre, pude entrar nele. Como eu já havia dito, havia uma mulher sentada numa cadeira e uma mesa, e não uma privada dentro, eu acho que aquela moça era uma médica ou uma professora, pois vestia roupas brancas. Ela devia ter de 35 a 45 anos mais ou menos e seus cabelos eram lisos e alaranjados e estavam presos. No interior do banheiro (que não era bem um banheiro, como dá para deduzir, mas ainda assim eu considerava como sendo um banheiro), eu não urinei em lugar algum, e sim eu falei não sei o quê com a mulher, ou seja, eu conversei um pouco com ela, e a minha vontade psíquica (vamos dizer assim, pois vontade física não havia) de tirar a água do joelho havia passado. Pouco tempo depois, saímos do prédio e fomos para o lado de fora deste, não me lembro de ter saído, só me lembro do momento que eu já estava lá fora junto com a moça do banheiro, nós conversávamos e inclusive comentei sobre o louco que ficou atravancando a passagem. O sonho se encerrou após essa parte.

Nossa, mas este sonho foi comprido e cheio de detalhes! Confesso que demorei alguns dias para escrever este post (daí a razão da demora para postar), escrevendo umas partes quando dava tempo, e hoje finalmente eu terminei. Então, espero que você tenha curtido este sonho maluco com detalhes e até a próxima blogada!

Escrito por Allan às 13h51
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   Hackeei a conta bancária de uma moça na Alemanha!

Olá, internautas! Hoje, irei postar um sonho no qual eu hackeei uma conta bancária utilizando instruções de baixo nível! Este sonho foi sonhado provavelmente no mês passado, ou então esse mês (acredito que seja no mês passado). Eu sonhei que estava na Alemanha (já é o segundo sonho onde eu estou neste país) e eu trabalhava num prédio, acho que eu trabalhava em algum banco, acredito eu, porém, eu não tenho certeza absoluta se era mesmo um banco. Meu trampo ficava a alguns andares acima, não sei quantos exatamente. O ambiente onde eu "trabalhava" (vocês já vão saber por que está entre aspas) tinha a grande maioria dos móveis da cor branca e havia algumas outras pessoas trabalhando junto comigo. No comecinho do sonho, eu estava indo para o trabalho e trombei com uma alemã cuja pele era negra, tinha cabelo rastafári e trajava blusa listrada de preto e branco e calça verde escura (não seria bem "trombei", na verdade, eu apenas passei entre ela), acho que ela falou alguma coisa comigo, não sei se eu falei algo para ela também, e depois eu adentrei o prédio e fui "trabalhar". Agora eu não sei porque fui convencido por não sei quem (um colega de trabalho, talvez) a invadir a conta bancária daquela moça com quem eu trombei e transferir o dinheiro dela para a minha conta. Quer dizer, não sei se eu fui convencido ou se a idéia foi minha mesmo, pois sabe como é, eu não consigo controlar meus atos nos meus sonhos (quem lê meus posts sabe que eu já fiz várias coisas erradas ao longo dos sonhos, inclusive atos relacionados a impulsos sexuais não controlados). Talvez eu tenha lido não sei aonde um tutorial sobre como invadir contas e acabei tendo essa idéia perversa. Mas o que importa é que, ao invés de trabalhar (e eu não sei nem no que eu trabalhava, não tenho a mínima idéia do que eu fazia lá, a não sei cometer esse crime cibernético), eu fiquei o tempo inteiro hackeando a conta daquela moça. E eu hackeava de um jeito todo estranho, eu acessava diretamente as instruções de processamento e os endereços de memória do software bancário utilizando procedimentos de baixo nível, ou seja, em linguagem de máquina. Na vida real, eu não mexo com linguagem de máquina e nem uso meus conhecimentos de informática para o mal. Então, eu fiquei lá hackeando a conta bancária, mas eu não sei nem como é que eu fazia, acho que eu olhava as instruções de baixo nível por meio de uma interface bastante esdrúxula, acho que era um telão que ficava na minha frente, e eu manipulava as instruções com a mão mesmo, ou sei lá como é que eu fazia, e fiquei lá hackeando durante vários e vários minutos, foi um procedimento bastante demorado, mas no final desse procedimento, enfim o dinheiro da garota já estava na minha conta corrente. E depois daquele tempo todo, terminei o serviço sujo. Mas, algum tempo depois, assim como ocorreu no sonho sonhado no dia 29 de setembro de 2003, no sétimo post deste blog, onde eu sonhei que havia roubado um bagulho de uma loja, eu me arrependi e tentei concertar o meu erro. Desci até o primeiro andar e desembestei rua afora (não era bem uma rua, era um pátio esquisito onde as pessoas transitavam), a procura da alemã vítima do meu golpe. E em pouco tempo, eu encontrei a moça e disse para ela que eu hackeei a conta dela e eu queria devolver o dinheiro que eu roubei. Só que ela não entendeu o que eu disse e ela respondeu não sei o quê em alemão (e eu falava em português). Como eu já escrevi, quando trombei com ela no início do sonho, cheguei a me comunicar com a garota (acredito eu), só não sei como nessa parte nós nos entendemos e quando eu quis devolver a grana que roubei dela, um falava uma língua e a outra falava outra língua (sabe como são os sonhos, sem pé nem cabeça). E ela falou não sei o quê em alemão comigo sorrindo e saiu multidão adentro, e eu, desesperado para consertar o que eu havia feito no trampo, saí correndo atrás dela, mas a mocinha negra desapareceu no meio da multidão, para meu azar. Enfim, o sonho se encerrou por aí. E por hoje é só, espero que vocês tenham gostado de ler isto que eu escrevi e fiquem com Deus, até a próxima blogada!

Escrito por Allan às 01h03
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   Bento XVI Ovacionado!

Olá, internautas! Hoje, eu irei contar o sonho que eu tive no período que o papa Bento XVI esteve aqui pela última vez no Brasil, mais precisamente no final desse período. Sonhei justamente com o papa, e inclusive, me encontrei com ele neste sonho. Eu estava numa sala que ficava numa casa e havia várias pessoas naquela casa, inclusive algumas crianças. Então, chegou o papa Bento XVI e sentou do meu lado, num banco daqueles compridos que dá para sentar um monte de gente, e o papa ficou conversando com o pessoal. Ele estava "tudo normal" e inclusive enxergava bem. Não me lembro do papa saindo e se despedindo do pessoal da casa, mas provavelmente ele deve ter se despedido de todo mundo, embora eu não me lembre. Numa outra parte do sonho, eu estava vendo na TV mais uma cerimônia onde o Bento XVI celebrava, e ele estava trajando roupas brancas e douradas (na parte anterior, ele usava roupas brancas e vermelhas). O papa carregava um enorme prato cheio de ovos empilhados e tomava cuidados para estes ovos não caírem no chão. Nesta parte do sonho, o Bento XVI era cego, embora ninguém o auxiliasse a andar no caminho que ele tinha que andar. Então, o papa passou mal e caiu para trás, derrubando todos os ovos em cima dele mesmo e sujando-o completamente, para tristeza e comoção de todos os fiéis presentes naquela cerimônia. Ele não foi socorrido de imediato, mas depois o levaram para o hospital, onde informaram que ele estava entre a vida e a morte. Ao ver aquilo pela televisão, pensei comigo mesmo: "É mais um papa que vai para o saco!" ou algo do tipo, dizendo que seria mais um papa que vai acabar morrendo logo, depois do João Paulo II. Depois que o papa foi internado, ficaram mostrando na TV reprises das cenas dele passando mal e dele estendido no chão, todo sujo de ovos. E o sonho terminou por aí.

Como este sonho de hoje foi meio que curto, estarei contando outro sonho, um sonho que eu sonhei no dia 16 ou no dia 17 de novembro de 2006, um sonho que eu fiquei de postar faz tempo, que é o sonho que eu sonhei que eu estava em Cuba, mais um sonho que eu sonhei que eu estava em um país distante. Cuba era meio que esquisita no sonho, não é nada do que a gente está acostumada a ver na TV sobre Cuba, era um país com uns carros meios esquisitos, eram carros azuis feitos com uma espécie de arame que andavam em uma espécie de trilho e que adentravam um prédio onde ficavam algumas pessoas, inclusive a Vanda, minha terapeuta na qual eu me trato com ela com florais. O prédio em questão era um prédio que aparentava estar em construção, com as vigas aparecendo e em alguns lugares meio que sem paredes, mas havia gente morando, com apartamentos e tudo mais, embora fosse diferente do que a gente está acostumada a ver. Cheguei a sair do prédio e dar uma olhada na rua, basicamente, havia a rua e outros prédios semelhantes ao que eu estava. O sonho passou quase que na sua totalidade dentro deste prédio. E foi só isso (demorei tanto para postar este sonho para postar só isso).

Este post termina aqui! Beijo para as mulheres que acessam este blog e até o próximo post!

Escrito por Allan às 18h29
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   Carlos Morimoto e a Chuva de ETs

Olá, internautas! Depois de quase quatro meses sem postar, estou aqui para fazer a reinauguração deste blog! A partir deste post em diante, irei postar com uma freqüência mínima de duas em duas semanas (é provável que eu poste em intervalos menores, mas eu já deixo avisado que o intervalo entre as postagens é este para caso não seja possível postar numa determinada semana). A razão de eu ter deixado de postar durante todo esse tempo, como já foi adiantado em posts anteriores, foi a minha falta de tempo para postar devido à confecção do meu TCC da faculdade, que me comeu grande parte do meu tempo, fiquei sem tempo inclusive para tocar outros projetos meus, como as histórias do Superfred que eu escrevo e os softwares que eu desenvolvo (AOPT, Capetrivia e até o Sistema Visualizador dos Sonhos do Allan, que eu iria disponibilizar em fevereiro e depois ficou para este mês, mas vai ficar para janeiro do ano que vem, juntamente com a nova edição do e-book dos Sonhos do Allan, livro em formato digital contendo todos os posts deste blog, um dos motivos para eu disponibilizar só em janeiro é a quantidade pequena de posts acrescidos à nova edição em relação à anterior). E como meu TCC já acabou e eu tirei 10 (estou agora de férias), tenho novamente tempo para atualizar este blog, ainda mais que eu não parei de sonhar durante todo esse tempo.
Chega de lenga-lenga e vamos ao que interessa, que é o sonho que irei postar hoje, que eu acredito ter sonhado no dia 25 de maio deste ano, se não me falha a memória. Não sei se eu sonhei este sonho neste dia, mas se não foi, deve ser mais ou menos perto desse dia. No sonho em questão, que teve a participação de Carlos E. Morimoto, mantenedor do Kurumin Linux e o principal integrande da equipe do site Guia do Hardware.Net, este relatava neste mesmo site suas aventuras dirigindo o Fusca azul da minha mãe, inclusive, ele postava fotos dessas aventuras dele no Guia do Hardware.Net, que (pelo menos no sonho) não tinha nada a ver com hardware. O Fusca da minha mãe ficava na garagem da minha casa (que era um bastante diferente da minha casa da vida real), aí vinha o Morimoto e pegava esse Fusca emprestado. Ele fazia isso durante uma boa parte do sonho, e eu acessava o Guia do Hardware.Net para ler o relato dessas aventuras, que eram escritas com um certo toque humorístico. Pelos relatos do site, dava para ver que o Morimoto ia para tudo quanto é lugar com o Fusca. Até que, certo dia, o Morimoto postou em seu site que o Fusca da minha mãe havia sido roubado e que havia pego outro carro emprestado para continuar com suas aventuras, e até postou a foto desse outro carro (um carro que mais parecia carro de filme de ficção científica, um carro meio esquisitão). Embora eu tenha achado o outro carro engraçado, fiquei preocupado com o fato do Fusca ter sido roubado, e então, fui contar para a minha mãe sobre o ocorrido com o carro dela. Ela disse que já sabia do ocorrido e me disse que o número de roubos havia aumentado muito ultimamente na região, disse tembém para eu tomar cuidado com a criminalidade. Então, passei a ter medo de sair de casa. Depois, numa outra parte do sonho, fiquei lendo e-mails a partir do meu programa leitor de e-mails (na vida real, é o Thunderbird, no sonho eu não sei, mas parecia ser o Thunderbird também, embora com uma cara meio diferente (meio azul) e com algumas outras funcionalidades meio absurdas). Eu via os e-mails num computador meio diferente, ficava num outro lugar da casa, um lugar não muito iluminado, e seu monitor era bem grande, acho que com umas 21 polegadas ou mais. No sonho, era possível enviar dinheiro anexado ao e-mail, e alguns e-mails que eu recebia vinham com dinheiro dentro, geralmente eram pagamentos referentes a pedidos de encomendas de DVDs do Debian GNU/Linux 4.0 que eu vendo, tanto no sonho quanto na vida real, a 34 reais o conjunto de três DVDs. Na vida real, eu sou vendedor oficial do Debian, meu nome consta inclusive na página do site do Debian sobre os vendedores oficiais dessa distribuição Linux. É lógico que na vida real os pagamentos não são feitos por e-mail e sim por depósito bancário (e a confirmação do depósito se dá por e-mail), mas no sonho, o comprador dos três DVDs do Debian enviava por e-mail, juntamente com o endereço para envio, 34 reais (não faço a mínima idéia de como sacar esse dinheiro). Então, eu anotava os pedidos para depois eu gravar os DVDs e enviá-los pelo correio, assim como eu faço na vida real (porém, em nenhuma parte do sonho eu enviei os pedidos). Além dos e-mails contendo dinheiro e informando o endereço do comprador do Debian para o envio dos DVDs, eu recebia também muitos e-mails SPAM, ou seja, aqueles e-mails sobre como aumentar o tamanho do pênis, sobre remédios para emagrecer, e-mails contendo links suspeitos e e-mails com caracteres sem nexo, ou seja, esses e-mails que eu vivo recebendo aos montes, na vida real. Esses e-mails sempre constavam como tendo R$0,00, ou seja, nenhum dinheiro anexado. Eu também recebia outros e-mails, como na minha rotina real, e-mails estes também se nenhum dinheiro anexado. Então, depois de ter aberto vários e-mails, recebi um e-mail bastante misterioso, um e-mail aparentemente SPAM, mas que continha 14 reais. Pensei comigo mesmo: "O que foi que o cara que enviou esse e-mail comprou, eu não vendo nada a 14 reais!", ou algo do tipo, e li o e-mail. Só que o sujeito que enviou o e-mail escreveu algo completamente sem nexo, um texto que não dava para entender o que ele queria dizer. O texto parecia ter sido escrito por um lunático e continha uns desenhos do que parecia ser discos voadores (na hora, eu não associei aqueles desenhos a discos voadores, mas depois de eu ter acordado do sonho e pensado um pouco, acabei fazendo essa associação), além de outros símbolos estranhos. Daí, como o e-mail era comprido, resolvi descer a barra de rolagem rapidamente, então eu vi que, ao fazer isso, o e-mail exibia um efeito visual muito luminoso e piscante, um efeito um tanto quanto misterioso e intrigante contendo várias cores (na verdade, vários caracteres ASCII coloridos, mas ainda assim era um efeito espetacular).

[Continua no post abaixo...]

Escrito por Allan às 01h16
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   Carlos Morimoto e a Chuva de ETs Parte 2

[Post muito comprido, tive que cortar em duas partes]

O efeito visual era tão luminoso e piscava tanto que eu até parei um pouco de olhar para o e-mail para não ficar cego. Depois de ter descido até o fim do e-mail e de ter deixado de ver a maior parte deste (obviamente), cliquei no botão "Responder" do Thunderbird (eu falo Thunderbird porque é o leitor de e-mails que eu uso na vida real, na verdade, eu não sei que leitor de e-mails era aquele que eu usava no sonho) e digitei na mensagem a seguinte frase, juntamente com uma cópia da mensagem original: "Vá se foder!" e cliquei no botão "Enviar", enviando a resposta daquele e-mail ao lunático que me escreveu. Alguns minutos depois de eu ter respondido aquilo, começou a chover bebês alienígenas de pára-quedas sobre minha casa, provavelmente jogados de um disco-voador que passava por ali. Daí, saí rapidamente para o jardim (a minha casa tinha jardim no sonho) a fim de recolher os ETs que caíam no gramado. Não só eu recolhia os ETs, algumas garotas também apareceram (não sei de onde) para me ajudar a recolher aqueles aliens. Eu devo ter recolhido uns três ou quatro bebês (acho que eram três), as garotas foram rápidas e conseguiram pegar os demais. As garotas deviam ter mais ou menos entre 16 e 22 anos, pela aparência física delas, e eu não sei quantas eram, mas acho que devia ter mais de dez moças catando os ETs. Aí as garotas pularam para o interior de um disco voador que ficava parado sobrevoando o alto da minha casa, pularam bem alto para chegar à porta de entrada deste, e eu fui atrás, levando os bebês ETs que eu carregava comigo. O disco voador para onde as moças foram era outro disco voador, não era o mesmo que jogou os pirralhos. Inclusive, o disco voador era tipo um conjunto de apartamentos, tinha vários corredores, quartos, cômodos diversos e várias outras pessoas morando lá, todas essas pessoas do sexo feminino, na sua maioria jovens, e eram pessoas humanas, não eram garotas ETs, embora morassem num disco voador. Eu segui as garotas carregando os ETs que eu havia pego e passei por alguns cômodos, inclusive uma cozinha, seguindo pelo corredor principal, que era comprido e possuía várias portas que davam para outros cômodos, na sua maioria (ou na sua totalidade, não sei ao certo) quartos. Lembro-me de ter passado em frente a um quarto de uma garota bonita que estava enrolada numa toalha, e o quarto estava com a porta aberta, obviamente (senão, eu não tinha visto nada). Chegando ao final do corredor, eu e algumas garotas adentramos um quarto onde havia uma senhora sentada numa cadeira e deixamos dois dos pequenos aliens numa cama ou num pequeno colchão, ou em algum outro lugar macio (não sei identificar onde eles foram deixados). Não me lembro se os dois aliens eram os que eu estava carregando (para onde foi o terceiro eu não sei) ou se eram outros aliens trazidos por alguma das garotas. Na verdade, não me lembro nem de ter entrado no disco voador e andado no interior deste segurando os aliens, acho que até eles foram tirados de mim no momento ou um pouco depois de eu ter adentrado aquele veículo espacial com cara de apartamento. Em todo o caso, foram deixados naquele quarto dois bebês alienígenas sobre uma cama ou sei lá o quê, e ficamos naquele quarto conversando sobre o ocorrido com tais bebês. O quarto não era lá muito grande, era um quarto normal (ou quase), tinha uns móveis diferentes, havia o que parecia ser uma lousa marrom, um armário, a cadeira onde a senhora estava sentada e mais alguns móveis que não me lembro, além da senhora sentada na cadeira, de mim, dos bebês e de algumas garotas, que eu acho (não me lembro ao certo) que eram três. O quarto também tinha uma janelinha meio esquisita, que mais parecia uma escotilha de navio, mas que dava para ver o céu, que estava escuro, pois essa parte do sonho se passou à noite (a outra parte, onde o Morimoto andava com o Fusca da minha mãe e que este foi roubado, se passava toda de dia ou ao entardecer). Enquanto nós ficávamos batendo papo (quer dizer, a senhora e as garotas batiam papo, pois eu ficava quieto, só observando, como sempre), os ETzinhos faziam algumas coisas esquisitas, como falar algumas coisas sem nexo e levantar e dar umas voltinhas. Estes ETzinhos, bem como todos os outros recolhidos pelas moças e por mim, até eram parecidos com bebês humanos, possuíam apenas algumas diferenças em relação à nossa espécie, como duas antenas de rádio na cabeça (e as antenas eram da cor da pele deles) e o fato da cor da pele deles ser de uma tonalidade meio esquisita, uma cor parecida com a da pele de uma pessoa normal, só que com cara de artificial, não sei dizer que cor era exatamente, além de terem os olhos um pouco avantajados. O sonho deve ter terminado alguns momentos depois, visto que não aconteceu mais nada após eu adentrar naquele quarto e ver os bebês fazerem umas coisas esquisitas de vez em quando.
Se você der uma pequena raciocinada (acho que já deve ter dado), vai chegar à conclusão de que quem jogou aqueles bebês ETs sobre minha casa era a mesma pessoa que me mandou aquele e-mail esquisito e cheio de dizeres estranhos e símbolos de discos voadores, ou seja, neste sonho, recebi um e-mail de um ET que queria se comunicar comigo de alguma forma (e não foi bem sucedido, pois eu não entendi bulhufas e ainda mandei ele se foder, se ele entendeu a minha resposta, eu não sei), então, depois de eu ter respondido a aquele e-mail de forma grosseira, ele despejou vários bebês sobre minha casa, talvez como represália por eu ter mandado ele se foder ou talvez o e-mail que ele mandou era para dizer que queria que eu cuidasse dos filhos dele e aqueles 14 reais era alguma ajuda de custo (uma mixaria, por sinal). Ou seja, mais um sonho doido para a coleção! Êita, subconsciente com imaginação fértil da porra!
E eu vou ficando por aqui. Daqui a duas semanas ou menos, irei postar outro sonho daqueles, ainda mais que eu tenho bastante tempo para postar. Um grande abraços a todos os meus internautas e até o próximo post! Ah, e se quiserem baixar a monografia do TCC que eu fiz (e tirei 10), utilize o link na lista de links do menu à direita, lá, dentre outros links, há o link para download direto da minha monografia em PDF!

Escrito por Allan às 01h15
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   A Clínica das Araras Vermelhas

Olá, internautas! Faz dois meses que eu não posto aqui porque, como vocês já devem deduzir, estou bastante ocupado com os afazeres da faculdade, principalmente com o meu trabalho de conclusão de curso. Devido a eu estar ocupado, não foi possível também eu terminar o e-book dos Sonhos do Allan e nem o sistema visualizador dos Sonhos do Allan, ambos estarão previstos de serem lançados em julho desse ano.
Hoje eu irei contar um sonho que eu tive hoje. Lembram da moça que, no sonho postado há dois posts atrás, correu em cima de um fogão? Pois é, a Zoê Vialet apareceu novamente em um sonho meu (deve ser porque eu a vejo todos os dias no meu desktop, pois ela é a modelo do papel de parede do meu PC), desta vez dentro de um lugar misterioso, onde ela, que estava sem poder andar porque havia sofrido um acidente, milagrosamente voltou a andar, graças a um tratamento um tanto quanto estranho, à base de araras vermelhas que voavam de um lado a outro, encostando nas pessoas, e umas máquinas estranhas que pareciam pequenos contêineres, que não sei o que faziam, mas faziam barulho. O sonho começou comigo vendo um vídeo da modelo holandesa neste lugar misterioso. O vídeo alternava cenas dela tentando andar e dela sendo fotografada nua. Ou seja, mesmo em tratamento a Zoë não deixava de trabalhar! Nas cenas em que Zoë Vialet tentava andar, ela parecia mais aquelas crianças da AACD nas campanhas do TeleTon, andava toda torta e com extrema dificuldade, mas a cada cena que mostrava ela andando, a modelo andava cada vez mais direito, até que no final do vídeo, Zoë andou normalmente. E ela, nessas cenas, estava vestida. Já nas cenas onde ela era fotografada nua, ela estava nua. Como se além dela ter problema nas pernas ela fosse tetraplégica (mas não era), alguém a colocava nas poses sensuais para o fotógrafo bater as fotos, eu acho que eram os próprios enfermeiros que botavam a mulher nas poses, muito semelhantes às poses das fotos do site oficial da Zoë Vialet na vida real. Após acabar o vídeo, fiquei pensando: "Nossa, ela sofreu um acidente e ficou nesse estado! Coitada dela!" Acho, embora nenhuma parte do sonho diga isso, que o acidente sofrido por Zoë Vialet foi um acidente de carro. Então, adivinha o que aconteceu? Fui parar no tal lugar misterioso onde ela se recuperou! Não sei se eu consegui voltar no tempo ou se as pernas da modelo ainda tinham problemas quando eu cheguei lá, pois ela ainda estava por lá, se tratando. E de que jeito eu entrei no lugar onde a Zoë estava se tratando? Por um túnel, cuja entrada ficava aonde? Na novela Pé na Jaca! Tinha até a Juliana Paes no meio da multidão! Se bem que o cenário tava meio diferente, e a Juliana Paes foi a única que eu reconheci na multidão. Parece que a minha entrada e a multidão diante do túnel de entrada da clínica (devia ser uma clínica aquele lugar) estavam sendo gravados e exibidos em um vídeo, eu mesmo dei, não sei de que jeito, uma olhada no vídeo e vi que a definição da imagem estava deplorável, tava tudo quadriculado, e nem dava para ver que a Juliana Paes era ela mesma. Passada essa parte, eu consegui adentrar o túnel de entrada, que deu para o interior da clínica, um lugar metálico (as paredes e quase tudo o que havia por lá era de metal e cinzento) e ruidoso (o barulho ocorria devido às máquinas que pareciam pequenos contêineres, o barulho lembrava uma série de ares condicionados ligados, embora não fosse bem isso). Embora eu tenha entrado lá andando, eu fui lá para tratar de problemas nas minhas duas pernas, mais precisamente nos joelhos, que doíam bastante. Na vida real, cheguei a ter umas dores nos joelhos, acredito que por excesso de treinos na academia, mas tais dores já passaram, além de não serem tão fortes assim. De vez em quando, algumas araras voavam e encostavam em mim e nas outras pacientes, eram elas que faziam a cura das pacientes, além dos tais contêineres esquisitos. Acho que tais araras chegaram até a aparecer no vídeo da Zoë Vialet no início do sonho. Com exceção de mim, as pacientes da clínica eram todas mulheres, e todo mundo ficava alojado tudo amontoado num canto, uns colchonetes com umas camas onde eu e a mulherada ficávamos, e a minha cama ficava quase do lado da cama onde a modelo holandesa ficava, e eu até tentei falar com ela, porém ela só falava holandês, diferente do sonho onde ela andava em cima do fogão, onde ela falava português meio enrolado, mas ainda assim tentei me comunicar com ela, timidamente. Acho que a Zoë até entendeu alguma coisa que eu falei, pela cara dela. E eu até ajoelhei na frente dela, pois não conseguia ficar em pé, embora o meu problema fosse nos joelhos. Não tenho certeza, mas algumas outras pacientes também eram holandesas ou de outro país, mas havia algumas outras que falavam português do Brasil. O tratamento se resumia ao pessoal ficar alojado e as araras ficarem encostando nas pacientes, além daquelas máquinas trabalhando e fazendo barulho. Enquanto eu estava me tratando, Zoë Vialet não ficou nenhuma vez pelada para tirar fotos, e o número de enfermeiros diminuiu. E a enfermeira chefe era, nada mais, nada menos, do que a Vanda, a minha terapeuta holística que me passa uns florais para eu tomar cinco vezes por dia, além de me atender nas consultas (e hoje era dia de consulta). O que a equipe de enfermeiros fazia? Sei lá! Acho que eles ficavam vendo como andava a recuperação das pacientes. A medida que o sonho passava, eu ficava melhor dos joelhos. Até que, no final, meus joelhos estavam melhores e eu estava curado. Aí eu acordei e vi que tudo não passava de um sonho. Mas o sonho não parou por aí, pois eu acabei dormindo de novo (estava ainda meio sonolento) e o sonho continuou onde parou. Então, Zoë Vialet, já em clima de despedida (nós dois estávamos saindo da clínica, ambos recuperados), me entregou uma caixa embrulhada para presente, ou seja, um presente, falando comigo em português, com a mesma voz dela no sonho do fogão onde ela andava em cima e falando meio enrolado tal como naquele sonho, acho que até um pouco mais enrolado. Até me chamou pelo nome e dizia que queria me entregar um presente. Nessa parte do sonho, eu sabia que estava sonhando. Porém, não deu tempo de eu pegar a caixa das mãos da moça, pois eu acordei novamente, agora em definitivo.
Esta é a quarta vez que eu sonho com a modelo Zoë Vialet, a terceira contada neste blog (ainda falta contar o sonho onde ela aparece grávida, possivelmente irei contar esse sonho posteriormente, assim como outros sonhos, como o sonho onde eu estava na terra do Fidel Castro). Pelo jeito, outros sonhos com ela virão no futuro.
E vou ficando por aqui, não sei quando eu vou postar de novo, se é daqui a uma semana ou daqui a dois meses, mas podem ter certeza que eu irei postar um dia. E até a próxima blogada, e viva a comunidade Linux versus Windows, do Orkut, a comunidade onde eu mais freqüento, e viva principalmente o tópico Consegui!

Escrito por Allan às 22h57
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   Saquearam a casa do William Bonner!

Olá, pessoal! Hoje eu tive mais um sonho com a Cibele Schmidtke, aquela minha colega da faculdade na qual eu estudei com ela até o quarto/quinto semestre do curso (eu fiz o quarto semestre duas vezes, e na segunda vez, fiz também algumas matérias do quinto semestre) e até cheguei a gostar dela (amá-la). Esse não foi o primeiro sonho que eu tive com a Cibele, eu já sonhei com ela algumas outras vezes, sonhos estes descrito aqui neste blog (como por exemplo, o sonho onde ela cantava muito mal e o sonho onde ela tinha um Pentium 4 na garganta e eu fui lá e arranquei-o da garganta da moça). Desta vez, a Cibele teve no sonho um papel mais coadjuvante, os personagens principals deste sonho ficaram por conta da dupla Fátima Bernardes e William Bonner, além de um professor de Java um tanto quanto Hitler e um passador de trotes de vestibular um tanto quanto capeta (acho que o professor de Java e o passador de trotes eram a mesma pessoa, mas não tenho certeza). O sonho iniciou-se com o afundamento do chão da sala onde eu estou neste momento escrevendo este texto. No sonho, havia menos móveis na sala, mas o meu PC estava no mesmo lugar, e a parte do chão onde estava o meu PC não havia afundado. Nas partes onde o chão havia afundado, criou-se poças de água vindas do solo. Só que, neste sonho, a sala não ficava na minha casa, e sim na casa do casal de apresentadores do Jornal Nacional. Aí começa o pesadelo (não o meu pesadelo, mas o pesadelo do casal): a casa do William Bonner e da Fátima Bernardes, devido ao afundamento do chão da sala, foi invadida por saqueadores (ladrões), que roubaram tudo o que havia pela frente, roubando pilhas e mais pilhas de bugigagas. Fiquei sabendo do roubo à casa dos apresentadores através do Jornal Nacional, apresentado pelos próprios apresentadores, que davam a notícia aos prantos e que narravam a reportagem, chorando muito. Uma cena do Jornal Nacional (no sonho) que foi muito marcante foi a cena em que um saqueador empurrava uma pilha enorme de vidros de perfume (ou que parecia ser isso), uma pilha que ia do chão até quase o teto, o saqueador estava roubando aquela pilha, e de repente, a Fátima Bernardes, para impedir que toda aquela pilha fosse roubada, veio na direção contrária e derrubou a pilha toda no chão, quebrando os frascos de perfume. A casa roubada era enorme e muita coisa daquela casa foi roubada ou destruída (assim como foi a pilha de perfumes). Porém, a tal sala que teve o chão afundado nem sequer foi invadida, ficou intacta, embora a sala tenha sido o motivo do saque não sei por quê. Em outra parte do sonho (não me lembro qual parte era, se foi a próxima ou não, mas era uma parte que veio depois dessa primeira parte), voltei à sala do chão afundado e vi que o monitor do meu PC havia sumido, e numa outra parte do sonho, um monitor LCD havia aparecido no lugar do meu monitor (do espaço vazio que ele ocupava antes de sumir), só que desconectado do meu PC e virado para o lado direito como se tivesse sido colocado de qualquer jeito. Na parte seguinte do sonho, que veio após o arrastão na casa do Bonner, fui parar num lugar que era tipo uma sala de aula misturada com quadra de esportes, onde estava o pessoal da FATEC (o pessoal do primeiro semestre da faculdade, não o pessoal do semestre atual), incluindo a Cibele, que carregava em seus braços um bebê. Além do pessoal da FATEC, havia também um sujeito sacana que ordenou que todo mundo ficasse nu (ou sem camisa, não me lembro direito). E todo mundo o obedeceu, menos eu, que me recusei a participar do "trote", alegando que não queria ficar sem camisa na frente de todo mundo. Passada essa parte, já com todo mundo vestido novamente, apareceu um professor de Java um tanto quanto autoritário e mandão, que ordenou que todo mundo resolvesse um exercício do livro, numa determinada página (na vida real, não é usado nenhum livro de Java na faculdade, e o livro do sonho não era nenhum livro conhecido, e tava mais para apostila tosca do que para livro). Aí o pessoal começou a fazer o exercício, menos eu. Então, o professor de meia tigela me perguntou por que eu não estava fazendo o exercício, aí eu respondi a ele que eu havia tirado 10 em Java. Na vida real, eu fechei a matéria de Java no quarto semestre com nota 10 e eu me referia a essa nota no sonho. Algum tempo depois de eu dizer que não ia fazer o exercício, resolvi fazê-lo, mesmo sem o professor cobrar. O exercício, no entanto, era um exercício que pouco tinha a ver com Java, era um exercício para calcular a área dos machucados (que possuíam a forma de triângulos) que apareceram após não sei quem retirar a casquinha de uma ferida proveniente de uma acne, ou algo do tipo. Na página anterior, havia outro exercício parecido com aquele, só que com um monte de triângulos espalhados. Parece que era para fazer um programa em Java para fazer os cálculos. Eu comecei a fazer o exercício, mas não cheguei a terminá-lo, pois parece que acabou o tempo e o infeliz do professor foi embora (ainda bem). Depois disso, parece que teve um intervalo e o pessoal ficou ou parado sem fazer nada ou conversando. Eu acabei ficando perto da Cibele. Lembro-me de ter visto o Mário (marido da Virna) por perto também. Enquanto conversava com uns colegas, a Cibele segurava seu bebê e o amamentava, dando-lhe o peito. Então, ficou claro que o bebê que a Cibele segurava era filho dela. O peito da Cibele era um peito normal, nada de especial. Na vida real, a Cibele não possui filhos e nem é casada. Depois dessa passagem, o sonho tornou-se meio vago, mas ainda assim me lembro de ter visto o cara que mandou todo mundo ficar pelado (ou sem camisa) retornando, desta vez aprontando coisas ainda piores com o pessoal, mas não me lembro o que ele fez de fato. O sonho terminou um pouco depois.
A cena na qual a Fátima Bernardes vem no sentido contrário do saqueador e derruba a pilha de perfumes para que estas não sejam roubadas é quase idêntica a uma cena de um gibi do Tio Patinhas (ou algum outro gibi da Disney, agora não me lembro direito) que eu tinha há vários anos atrás, na época que eu era criança. Na cena do gibi, o Tio Patinhas, ao saber que sua caixa forte havia sido roubada, corre até sua caixa forte. Ao ver o metralha levando uma caixa cheia de moedas e saindo de sua caixa forte, o Tio Patinhas vem no sentido contrário e derruba a caixa, derrubando todas as moedas no chão.
Este não foi o primeiro sonho no qual a Fátima Bernardes apresenta o Jornal Nacional chorando: no primeiro sonho postado no dia 19/10/2003, no oitavo post da história do blog, por três vezes a mulher do Bonner deu notícia ruim chorando. As notícias eram que, respectivamente, O Rubens Barrichello, o Luciano Burti e o Enrique Bernoldi haviam morrido ao treinarem no autódromo de Interlagos. Quando o sonho foi sonhado, estes três eram os pilotos brasileiros que corriam na temporada de Formula 1.
Coincidência ou não, ontem à noite, antes de ir dormir e ter este sonho, eu acessei alguns artigos na Wikipédia, entre eles estavam os seguintes artigos: Trote, Cibele (deusa grega do poder de fertilidade da natureza), Carinho, Humilhação, Leite, Seios, além de outros artigos não muito importantes.
Este é o post de número 130 da história deste blog!
E este post acaba aqui, até o próximo post (o último do mês)! E viva a Cibele, que agora já se formou na FATEC, com 10 no TCC! Beijo para ela!

Escrito por Allan às 18h44
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   Modelo holandesa em cima do fogão e correndo

Olá, pessoal! Esta é a primeira blogada do ano e hoje eu vou contar um sonho que eu tive ontem (09/01/2007), mais um para a coleção dos que não têm nada a ver. Basicamente eu sonhei que o Didi e não sei quem foram para o inferno (e voltaram) e que uma modelo holandesa correu em cima de um fogão como se este fosse uma esteira rolante. Agora vou contar o sonho desde o princípio: O sonho começou quando eu tava combinando não sei o quê com uma antiga colega de escola, a Rafaela, acho que estávamos combinando de fazer uma festa ou evento não sei aonde, ou então estávamos combinando de ir a algum lugar para participar de alguma coisa. Depois, teve uma parte que não tem nada a ver com a parte anterior. O Didi e mais não sei quem (acho que alguém do antigo grupo dos Trapalhões, acho que o Dedé) foram para inferno. Só que o inferno não tinha diabo e nem fogo, na verdade, era uma espécie de uma cachoeira com água fria. E o Didi e seu amigo (que eu acho que era o Dedé, mas não tenho certeza) eram diferentes dos da vida real, inclusive, o Didi era negro. Os dois não fizeram nenhuma palhaçada e ainda por cima desceram a cachoeira (ou sei lá o que era) rapidamente, embaixo da água fria. Chegando ao chão, eles entraram automaticamente num carrinho e correram rapidamente em direção a não sei o quê, e quase atropelaram o Tarcísio Meira (passaram à esquerda do ator global). Não sei o que ele estava fazendo no meio do caminho dos dois trapalhões, acho que devia estar de passagem. Depois que o carrinho passou pelo Tarcísio Meira, o Didi e seu parceiro saíram do inferno. Então, fui informado que aquilo não era de verdade e que depois iriam mandar a Deuzuite (sei lá como se escreve o nome da personagem da Giovana Antonelli naquela minisséire global, e nem sei escrever o nome da atriz, visto que talvez eu tenha errado na ortografia dentro destes parênteses que aqui escrevo, se eu tiver escrito errado, faz de conta que eu escrevi certo) para o inferno também, desta vez, no meio do mato. Essa parte do sonho eu fiquei meio que em terceira pessoa, não cheguei a participar de fato. A partir daí, começou a terceira e mais importante (mas não menos nada a ver) parte do sonho, a parte que a modelo holandesa corre em cima de um fogão como se este fosse uma esteira rolante. A modelo em questão não é uma modelo conhecida de nós brasileiros, é a modelo Zoë Vialet (não sei como se pronuncia isso), também conhecida pelo pseudônimo Linde. É a modelo que aparece no papel de parede do meu PC. É uma modelo muito linda, talvez eu até já tenha sonhado com ela (não sei se era ela, o sonho em questão onde ela pode ter aparecido é aquele onde eu estava na Alemanha, e ela era (pode ter sido) aquela moça mais bonita na qual era a mais procurada no submundo da pirataria, se bem que, naquele sonho, ela era alemã). A modelo estava na cozinha em cima do fogão (este estava com a tampa fechada) correndo sobre a tampa, que funcionava como uma esteira rolante. Não sei se a cozinha onde ela estava (e eu também estava, pois eu a observava) era a da casa dela ou de outra casa, era uma cozinha normal, com armários, pia e tudo mais. Ao contrário das fotos onde Zoë Vialet aparece na Internet, onde ela aparece trajando roupas de látex sensuais e roupa íntima (e até nua), a holandesa trajava uma simples camiseta azul e calça jeans. Não tenho certeza, mas acho que a camiseta que Zoë trajava era uma daquelas camisas com a tela azul do Windows. Depois de um tempo, a modelo desceu de cima do fogão e me cumprimentou, e então apareceu o namorado dela (não sei se na vida real ela tem namorado) e me cumprimentou também. O casal também cumprimentou meu irmão Écio, que também estava naquela cozinha. Ambos falavam português, embora com sotaque meio esquisito. Falei um pouco com ela e com o namorado dela, e então perguntei à Linde se ela falava português. A holandesa me disse que falava um pouco só, disse que falava "uns verbos" (nesse momento, ela falou com um sotaque mais enrolado) e o namorado dela ratificou o que sua namorada disse. Perguntei ao namorado da Zoë de que país ele vinha e ele respondeu que era francês. Algum tempo depois, o cara me chamou para perto dele e disse que queria falar uma coisa comigo. Então, o cara me disse que eu tinha que resolver o negócio com a Rafaela de combinar com ela de ir (ou organizar) a festa ou algo do tipo (era o bagulho do começo do sonho, que acabou ficando em aberto). A partir daí, eu acordei.
Até o final desse mês, eu estarei lançando a terceira edição do e-book dos Sonhos do Allan, desta vez com versão em PDF e em ODF (formato do OpenOffice.org 2.0), além de um software em Java onde é possível ler todas as postagens e ver todos os sonhos já postados, além de estatísticas sobre os sonhos. Eu tinha planos de fazer uma versão em HTML para ver no browser, mas já existe esse blog, então não faz sentido eu criar uma nova versão para web-browsers. A partir desse ano, todo final de janeiro haverá uma nova edição do e-book dos Sonhos do Allan e desse software de visualização das postagens deste blog.
Até a próxima blogada! E, embora eu saiba que a Zoë Vialet não vai ler este blog, um beijo para essa linda modelo holandesa!

Escrito por Allan às 02h03
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   Último post de 2006!

Olá, internautas! Hoje é o último dia do ano, dia 31 de dezembro! E hoje, eu farei o último post do ano! Irei postar o sonho sonhado no dia 26, data da última postagem. Não foi um sonho longo, mas é interessante. O final dele não foi muito agradável (foi o que estragou o sonho). Sonhei que eu tinha ido provavelmente para a FATEC, mas não sei por que razão eu havia chegado atrasado (e bastante atrasado). A aula, assim como na vida real, começava às 15:00, mas já era mais de 18:00 quando cheguei, e já estava de noite. E a FATEC mais parecia um shopping, desses que existem em São Paulo. Acho que eu cheguei a ligar para casa avisando que eu ia me atrasar (como eu faço na vida real, quando eu me atraso por algum motivo). Depois que eu cheguei, eu fiz algumas coisas que não têm nada a ver com assistir aulas. Subi uma escada que aparentava ser a escada da antiga escola da época do colegial. Havia uns jovens parados na escada, como se fosse a hora do recreio da antiga escola (acho que nem era a FATEC), e entre esses jovens, havia uma garota que devia ter uns 16 anos. Ela me disse que, na próxima vez que eu passasse pela escada, era para dar um beijo nela, no rosto. A mocinha era bonitinha, mas não muito. Na escada, estava também a Natacha, uma aluna da FATEC, acho que do segundo ou do terceiro ciclo (acho que vai para o terceiro esse semestre agora), que foi minha colega de classe na época da antiga escola, desde a segunda ou terceira série até o terceiro colegial. Acho que ela também estava com uns 16 anos no sonho. Daí, eu coloquei a mão sobre a barriga dela (não sei por que eu fiz isso, mas fiz com o consentimento dela) e esta estava com uns arranhões e rachaduras brancas, mas era uma barriguinha sarada, embora com avarias. Não sei dizer se a barriga da Natacha, na vida real, é sarada ou não, pois não tenho notado e não fico olhando para a barriga das colegas da faculdade, uma vez que eu venho para a FATEC para estudar e não para ficar olhando barrigas. Mas acredito que a barriga da Natacha não tenha excesso de gordura, uma vez que ela é uma mulher magra. É melhor eu parar de ficar falando da Natacha aqui neste blog, pois me parece que ela tem namorado. Continuando o sonho, onde é que eu tava mesmo? Ah, sim, eu tava na parte que eu pus a mão na barriga da Natacha, mas tava com vermes. Ou melhor, tava com arranhões. Então, eu desci da escada e fui fazer outra coisa que agora eu não me lembro. O ambiente não estava muito iluminado e parecia ser a antiga escola, a parte que parecia um shopping devia ser a fachada ou a parte da frente da faculdade (ou da escola, sei lá onde é que eu tava). Depois de ter feito a tal coisa (eu devia ter ido a algum lugar ou falado com alguma pessoa), retornei à escada, cheguei na garota de 16 anos que ainda tava lá e dei-lhe um beijo no rosto, conforme ela havia pedido. Daí eu desci da escada e fui fazer outras coisas, mas acho que depois eu cheguei a voltar lá e dar um outro beijo no rosto da menina (ou foi só uma vez que eu a beijei? Acredito que eu tenha voltado lá novamente e dado outro beijo nela). Depois disso, de eu ter feito mais não sei o quê, voltei para casa, já tarde da noite. Assim que eu cheguei (a minha casa estava diferente), procurei a minha mãe e ela estava com a cara na privada, gritando algo assustador, como se estivesse nervosa (aí está o final não muito agradável). Aí acabou o sonho.
Até o ano que vem, queridos internautas! E Feliz Ano Novo!!!

Escrito por Allan às 23h35
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   A comunidade segura (ou quase)

Olá, internautas! Ontem foi dia de Natal, 25 de dezembro! Feliz Natal atrasado a todos os que estão lendo este post! E, na noite de Natal, eu tive um sonho que não tem nada a ver com Natal. Sonhei que eu morava numa espécie de comunidade que ficava numa cidade meio violenta. E embora a cidade fosse violenta, dentro da comunidade onde eu morava ninguém matava ninguém, não havia violência, a violência só existia fora da comunidade. A comunidade era tipo uma favela, mas não era bem uma favela, era tipo uma caverna, embora não tivesse muitas características de caverna. Tinha portões de alumínio e o acesso de entrada era formado por duas escadas paralelas, a da esquerda um pouco mais alta do que a outra e com mais degraus, e degraus mais estreitos. Quando eu entrei na tal comunidade (acho que desde o início do sonho eu morava lá, acho que eu devo ter saído, embora não me lembre de ter saído), escolhi andar pela escadaria da esquerda, enquanto um sujeito meio malandro andou pela da direita. Daí eu corri pela escadaria para chegar primeiro do que o sujeito, e tive que correr muito, pois os degraus eram estreitos. O cara tinha cara de não ser boa gente, mas como naquela comunidade não havia violência, eu estava tranqüilo, pois ele não iria fazer nada. Não tenho a mínima idéia em que cidade se localizava a tal comunidade e esta, que eu saiba, não possuía nome. Em volta desta, havia pequenos prédios toscos, todos com os tijolos aparecendo, algo bem pobre. Eu não me lembro exatamente qual parte veio primeiro e qual parte veio depois, só o começo (que eu nem sei se é o começo, acho que deve ser o começo) e o fim que eu sei exatamente a ordem. Portanto, vou contando as partes sem me preocupar com a ordem, já que esta, para todos os efeitos, não há. Numa parte do sonho, eu estava provavelmente na minha casa (que ficava dentro da comunidade), onde havia um computador velho e um live-CD do Windows NT. Não sei se era Windows NT 3.5 ou 4.0, acho que era o 3.5, o mais antigo de todos, e nem sei se era original ou pirata. Na vida real, nunca existiu live CD de nenhuma versão do Windows, mas no sonho, o Windows NT rodava a partir do CD igual ao Kurumin. Botei o CD no drive daquele PC antigo e o Windows NT rodou todo tosco e sem nada instalado. Pensei comigo mesmo: "vou aproveitar este CD para instalar o Windows NT no PC antigo lá de casa", me referindo ao PC da minha mãe na vida real, no qual está instalado o Windows 98. Mas o sistema operacional rodava aos trancos e barrancos, dando umas travadas. Aí eu vi outro CD que estava junto e este estava todo descascado. Então, tirei o CD do Windows NT do drive (mesmo com ele rodando) e vi que ele estava completamente descascado, daí eu taquei o CD no chão, assustado. Tá na cara que o CD devia ser pirata. Em outra parte do sonho, eu estava na FATEC. No sonho, a FATEC ficava dentro da comunidade, e era completamente diferente da FATEC da vida real, para variar. Acho que devia ser um outro campus. Quer dizer, acho que nem era a FATEC, ou então era a FATEC junto com uma escola primária, pois havia várias crianças estudando por lá. Acho que era um misto de FATEC com escola primária. Lá havia um monte de crianças andando (devia ser hora do recreio), tinha biblioteca, etc. Na biblioteca, estava o professor Paulo Cândido (meu orientador do TCC), junto com outros orientandos dele, falando não sei o quê. Aí eu entrei e fui informado pelo professor que ele estava falando com os orientandos daquele semestre (eu era do próximo semestre). Então eu deixei a biblioteca. Numa outra parte do sonho, o Tio Patinhas foi para o lado de fora da comunidade junto com um grupo de crianças. Não se distanciaram muito, mas foram para o lado de fora de qualquer jeito. Teoricamente, eles estavam correndo perigo, pois a violência corria solta pela cidade, mas não chegou a acontecer nada. O Tio Patinhas estava falando não sei o quê para as crianças, que estavam sentadas formando duas fileiras, com o Tio Patinhas na frente. Devia estar contando uma história a elas. Não vi eles entrando de volta, mas devem ter entrado. Em um outro trecho deste sonho, lembro-me de ter ficado no corredor de entrada da comunidade olhando o céu e as edificações toscas de tijolos. O céu era cinzento. No sonho inteiro, o céu do lado de fora da comunidade era sempre cinzento, enquanto o céu do lado de dentro, nos fundos da comunidade, era ensolarado. Eu ficava andando e dava umas olhadas para o lado de fora. E eu não via ninguém no lado de fora, as ruas estavam quase sempre desertas. Agora, a última parte que eu me lembro, que foi a última parte do sonho (o sonho acaba após essa parte). Parece que houve uma catástrofe nos fundos da comunidade, onde havia céu azul. Lá, havia uma montanha e nessa montanha era onde ficava a princesa. Sei lá o que houve, não sei se foi um inimigo que atacou ou se houve uma explosão, mas parece que deu um bagulho e todo mundo saiu correndo de lá de trás. Parece que aconteceu duas vezes, mas a primeira vez não foi nada. Todavia, a segunda vez foi terrível. Naquela hora, eu estava por lá e, quando ocorreu a explosão (não tenho certeza, mas acho que foi uma explosão, mesmo eu não tenho ouvido nada), eu peguei na mão da princesa (que era parecida com a Sônia da novela das seis, se é que não era ela, ou a atriz que a interpreta) e saí correndo. Nós dois fomos atingidos por alguma coisa, talvez por fogo ou algum ácido extremamente corrosivo, ficamos "avariados", principalmente eu, a princesa nem tanto. E, como eu já havia dito, todo mundo saiu correndo em direção à parte da frente da comunidade, saíram correndo o Pato Donald, o Tio Patinhas, uns outros desenhos animados e outros habitantes do local que estavam naquela parte da comunidade, além de mim e da princesa. Todo mundo correu à beça. Depois de terminada a confusão, eu estava completamente em carne viva devido ao ácido (ou ao fogo, ou alguma outra coisa que nos deixou assim), completamente deformado e estrupiado. A princesa também, mas só um pouquinho, ela teve mais sorte. Aí eu foi considerado como o herói daquela confusão, pois eu salvei a princesa, e fui aclamado por todos os habitantes daquela comunidade. Eu agradeci a todo mundo por terem me considerado herói, mas a minha voz saiu toda diferente, meio grossa e forçada. E eu tava tão estrupiado, mas tão estrupiado, que eu fui puxar a minha mão direita com a minha outra mão e ela se soltou. E o sonho acabou, comigo sem a minha mão direita.
Eu ainda pretendo blogar mais uma vez este ano, talvez no dia 31. Então, até a próxima, internautas, e até o Ano Novo!

Escrito por Allan às 20h36
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   Submundo da pirataria na Alemanha (este post promete!)

Olá, internautas! Hoje eu vou contar um sonho que eu tive no dia 20/11/2006, mais um sonho que eu estava em outro país! Sonhei que eu estava na Alemanha, no meio do submundo da pirataria de livros e até de pessoas. Se bem que não dá para definir, pelo contexto do sonho, o que é pirataria de pessoas, pois as pessoas não eram falsificadas, eram elas mesmas. Embora eu estivesse na Alemanha, eu ouvi mais gente falando em português do que em alemão, na verdade, eu acho que ninguém falou em alemão no sonho, se for levar o bagulho ao pé da letra. O sonho começou no momento que passava o Video Show numa televisão meio velha (Video Show na Alemanha?), a imagem estava amarelada e tava o Miguel Falabella aparecendo, não sei se tava como apresentador ou não, mas dava para ver que eram imagens de um programa bem antigo. Então eu pensei comigo mesmo que eu devia ter lembrado as coisas antigas da televisão, pois eu não lembrava das programações mais antigas da TV. Daí eu acabei indo parar no carro da Regina Casé, um carro verde, e ela dirigiu até um depósito de livros exóticos e desconhecidos. O tempo estava meio nublado. O tal depósito tinha um portão de correr verde que foi aberto pela Regina Casé e os livros estavam numas estantes que ficavam já na entrada do depósito. Sem precisar sair do carro, peguei uns livros para dar uma olhada. Os livros estavam todos em português e a grande maioria desses livros que eu peguei para ver faziam parte de uma coleção que ensinava a como pintar quadros com os pés e fazer outras coisas ao mesmo tempo, inclusive a como mexer no computador e a pintar com os pés. Dava para ver que aqueles livros estavam um tanto velhos e a maioria deles tinha a capa da cor branca com detalhes em verde. Quando eu estava manuseando um livro, a Regina Casé fechou o armazém e andou com o carro mesmo sem eu recolocar o livro na estante. Posteriormente eu fui saber que todos aqueles livros eram piratas. E eu acabei voltando para casa (na verdade, um alojamento onde eu ficava, pois a minha casa ficava no Brasil). Não sei para onde a Regina Casé foi parar, pois ela não estava comigo quando eu cheguei no alojamento. O alojamento parecia bastante com a minha casa antes de ser reformada, na época que era chamada de mocó. Tinha um cômodo maior onde ficava umas camas e um grande espaço vazio (tinha bem poucas coisas) e outro cômodo onde ficavam algumas outras coisas, como uns materiais que eu não sabia para que serviam e a árvore de Natal, com uns papais noéis pendurados, uma coisa meio gay. Algum tempo depois, chegaram umas pessoas que faziam parte do submundo da pirataria (essas eram as pessoas "piratas", embora não tivessem papagaio no ombro ou tapa-olho), um pequeno grupo de quatro alemães. Eram duas moças (uma era muito linda, devia ser uma modelo, a outra era uma oriental, de olhos puxados), uma criança (uma menina, filha de uma das moças, não sei de qual delas) e um rapaz (um rapper de cor parda, as moças e a menina eram brancas). Esses alemães me cumprimentaram e eu meio que me espantei com a chegada deles, então a moça mais bonita disse alguma coisa em português que agora eu não me lembro (algo como "orra, meu" ou coisa do tipo), alguma coisa meio que dizendo para não ter medo de cumprimentá-los. E eu os cumprimentei, apertando a mão dos quatro, primeiro a da moça mais bonita e depois a do resto, não sei que ordem exatamente. Parece que eles estavam fugindo da sociedade (e talvez até da Polícia) que os condenava e os perseguia (acho que eles eram odiados), classificando-os como promíscuos ou coisas ainda piores. Eu diria que este sonho é mais um daqueles em que tudo o que é proibido é mais gostoso, a exemplo daquele sonho da mulher proibida, postado aqui neste blog no dia 17/11/2005, na blogada de número 106. Continuando, eles me cumprimentaram e devem ter cumprimentado alguma(s) outra(s) pessoa(s) que estavam junto comigo (não me lembro se tinha mais alguém junto comigo no alojamento, fora os alemães piratas). E o pessoal ficou conversando entre si, provavelmente em alemão (acredito que seja em alemão devido ao país onde o sonho se passou, que é a Alemanha, em português é que não era). Eu ficava olhando para a moça mais bonita, ela era muito linda, uma modelo internacional, eu diria. Dava vontade de pegar e de dar uns beijos, isto sim. Ela era até parecida com uma modelo holandesa na qual eu tenho umas fotos guardadas no meu PC. Acho que até chegaram a puxar conversa comigo, embora eu não sabia falar em alemão e nem havia respondido nada, se for levar o bagulho ao pé da letra (ou seja, falei mas não cheguei a falar).

[Continua no post abaixo...]

Escrito por Allan às 01h10
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   Submundo da pirataria na Alemanha (este post promete!) Parte 2

[Post muito comprido, tive que cortar em duas partes]

A menina ficava sempre junto à moça oriental, acho que ela devia ser a mãe da criança, se bem que a menina não tinha os olhos puxados (ou será que tinha? Agora não estou lembrado). Acredito que o pessoal chegou a fazer alguma coisa de diferente (que não seja ficar conversando), embora eu não me lembre dessa parte. Provavelmente, eles devem ter andado pelas dependências do alojamento. Aí passou o tempo e chegou a hora de dormir (na minha opinião, pode ser chamada de "hora da farra", explicarei a seguir o porquê). Todo mundo foi dormir nas camas que haviam naquele cômodo maiorzão (onde o pessoal ficou a maior parte do tempo). Um pouco antes disso, me lembro de ter ido ao cômodo onde tava a árvore de Natal com os papais noéis pendurados e lá tava o Écio (meu irmão, para quem não sabe), parece que a moça bonita foi junto comigo. Depois de todo mundo ter ido para a cama, eu fiquei com vontade de dar uma saída da cama provavelmente para mijar e tentei sair de mansinho para não acordar ninguém. Eu tava só de cueca verde. Geralmente eu vivo sonhando que eu estou só de cueca, mas nessa ocasião eu tava de cueca porque eu tava na cama para dormir, na vida real, eu durmo de cueca também, então não dá para considerar como mais um sonho onde eu fico só de cueca andando por aí, no restante do sonho, eu estava vestido normalmente. Eu tentei sair sem acordar ninguém, mas acabei acordando a coreana (lembrando que na verdade, ela era alemã) devido às camas estarem muito próximas, então foi inevitável enfiar o dedão do pé nela. A moça até que deu um sorriso. E eu continuei a tentar sair e desviar das camas. Eu fitei a moça mais bonita dormindo (acho que eu gamei nela no sonho), mas continuando a andar e a desviar das camas, que eram daquelas de armar. E acabei tropeçando na ditacuja. Ela encarou com bom humor e sorriu para mim, embaixo dos lençóis brancos. E eu continuei a andar em direção ao banheiro, que devia ficar atrás do cômodo com a árvore de Natal. Só que, para meu azar e pela terceira vez, esbarrei em mais alguém. Dessa vez foi no rapaz afrodescendente, que estava no meio do caminho e que era um rapper, ou seja, um cantor de rap. E o que o cara fez? Arrombou o meu cu? Tocou fogo em mim? Que nada! Ele cantou o maior rap da paróquia! O cara fez a festa e cantou um tremendo de um rap em alemão (para dizer a verdade, não sei se o alemão que eles falavam no sonho era alemão ou uma outra língua não identificada, por dedução, acho que eles falavam em alemão), se bem que este rap tava mais para hip-hop. E na hora de cantar o rap, ele me puxou para o lado dele e ficou me cutucando com a mão, e eu levei na brincadeira, e as moças que já estavam acordadas mesmo também participavam da farra. Não sei de onde vinha o acompanhamento musical, ele cantava e o som vinha misteriosamente (e cantava bem alto). E o sonho, provavelmente, terminou aí, pois eu acordei. Uns detalhes do sonho interessantes que merecem ser documentados: dentre o quatro alemães, a moça mais bonita parecia ser a principal integrante do grupo, acho que era ela a dona daqueles livros piratas (ou tinha alguma ligação com os livros), parece que ela era a que mais fugia da sociedade e talvez até da polícia. E eu sentia uma certa admiração por aquela moça (deu para notar). Acredito que eu cheguei, em um determinado momento do sonho, ou talvez ate mesmo um momento paralelo, a ouvir (ou pelo menos a entender) que um vizinho aparentemente amarelo (não me peçam para explicar "como assim amarelo") queria pegar a tal moça e acertar o pau nela (provavelmente com um tacape), ou pegar ela para fazer um caldo, alguma coisa do tipo, algo bem desrespeitoso na minha opinião. Não incluí tal passagem na minha narrativa pois ela não se encaixa em nenhuma parte específica, talvez tenha acontecido paralelamente às outras partes, ou eu simplesmente não me lembro a ordem que sucedeu essa passagem do sonho. Ah, e teve outro detalhe meio dãããã, mas não menos importante: parece que houve uma influência da Rede Globo nesse sonho. Vejamos: Video Show, Regina Casé e... Maurício Kubrusly. Durante o sonho inteiro, o repórter do Fantástico ficou fazendo uma espécie de narrativa do sonho em background, de vez em quando, dava para notar a voz dele no ar, falando em português. Que mais... E foi isso!
Eu estava pretendendo contar ainda neste post mais um outro sonho sonhado em outro país (em Cuba, sonhado na última quinta ou sexta-feira), mas devido ao tamanho exagerado deste relato de sonho, o sonho da terra do Fidel Castro ficará para uma próxima blogada. Então, até o próximo relato de sonho (ou seja, a próxima blogada)! E, caso não saibam o que é um tacape, procurem no dicionário, pois não tenho tempo de ficar explicando!

Escrito por Allan às 01h07
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   Blog voltando das férias!

Olá, internautas! Hoje, acabam as férias deste meu blog e estou de volta para postar alguns sonhos!
O primeiro sonho relatado este post foi sonhado há poucos dias. Sonhei que a minha mãe teve duas filhas pequenas (e que obviamente eram minhas irmãs). Na vida real, eu tenho apenas o Écio como irmão, nenhuma irmã mulher, embora eu chame a Mara de irmã. Eu sempre quis ter uma irmã menor, mas infelizmente eu acabei sendo o caçula da família. Voltando ao sonho, minha mãe teve duas filhas (como eu já havia dito), uma menor (uns dois anos de idade aproximadamente) e outra um pouco mais velha (uns 4 anos). Eu fiquei sabendo da existência dessas minhas duas irmãs quando elas apareceram junto com a minha mãe e fui informado que elas eram filhas da minha mãe. Sei lá por que elas apareceram tempos depois delas terem nascido e nem sei onde elas ficaram escondidas, eu nem pensei nisso na hora que eu descobri que eu tinha duas irmãs, pois fiquei muito feliz com essa notícia, uma vez que, inclusive na vida real, eu sempre quis ter uma irmã menor que eu. Fiquei feliz principalmente com a irmã mais nova, aliás, no sonho inteiro (que não foi muito longo), a outra menina filha da minha mãe (a mais velha) pouco apareceu no sonho e aparentemente teve menor importância que a outra criança. O nome das duas meninas não me foi informado. O sonho foi apenas isso. Uma informação interessante sobre este sonho é que o ambiente onde se passou a "história" era todo branco e bastante abstrato.
O segundo sonho de hoje foi sonhado (acredito eu) há poucas semanas. Sonhei que eu havia voltado a estudar no primário, retornando às antigas salas de aula da antiga escola (que, para variar, estava diferente da escola da vida real). O motivo para eu ter voltado para o Ensino Fundamental era que ainda faltava uma série para eu cursar (ou parece que eu tinha que cursar a série de novo). Não sei que série que era, mas aparentava ser a quinta série (se bem que quinta série não é primário, é ginásio, mas é tudo a mesma coisa). Lembro-me de ter entrado na sala de aula (que não parecia em nada com a sala de aula da antiga escola) e assistido a aula da professora de não sei que matéria, e acredite se quiser, os pirralhos (que eram meus colegas neste sonho) nem faziam bagunça! Também me lembro de ter andado no pátio da escola, que era bastante cinzento. E foi só.
O terceiro sonho de hoje foi sonhado mais recentemente, acho que foi até essa semana (se eu não estou enganado) e foi praticamente um repeteco do sonho anterior, com a diferença de eu estar fazendo novamente, ao invés de um ano do Ensino Fundamental, um ano do Ensino Médio (acho que era o primeiro ou o segundo ano, acredito eu), e o motivo para eu ter que voltar à antiga escola (que desta vez era um pouco mais parecida com a da vida real) foi que eu não havia cursado aquele ano, ou havia cursado só o começo, ou havia sido anulado, alguma coisa do tipo. Nesse sonho não havia pirralhos, mas colegas adolescentes. Neste sonho (assim como no sonho anterior, acredito eu), deve ter outras coisas que eu não me lembro, mas o principal foi isso mesmo.
E o quarto sonho de hoje (o último) é um sonho bem mais antigo, foi sonhado entre o segundo semestre de 1993 e 1995, provavelmente foi sonhado em 1994, mas não tenho tanta certeza. Sonhei que eu fui para o clube da meleca. Foi assim: Eu estava numa espécie de cozinha junto com outras crianças (na época, eu era uma criança, tinha uns 8 anos mais ou menos), não era bem uma cozinha, mas um lugar que tinha vários cômodos (ou várias seções) e cada seção havia uma "porquice" diferente. Numa seção, alguém se sujava de sorvete (ou do que parecia ser sorvete, uma meleca, na verdade, e acho que era da cor verde), numa outra, alguém afundava num barril contendo a mesma meleca (ou uma outra meleca), que possuía cor bege e que mais parecia com uma maionese, e nua outra seção, havia uma janela com uma moça e ela me perguntou não sei o quê (acho que me perguntou se eu queria sorvete) e eu disse que sim. Então, ela pegou pimenta em pó e tacou nela mesma, polvilhando o próprio cabelo. Eu fiquei triste não sei por quê e a moça me consolou, dizendo que não fazia mal que ela havia tacado pimenta no cabelo e que não sei o quê, ou seja, disse para eu não ficar triste. Não estou certo se as pessoas que caíam nas melecas (com exceção da moça da pimenta no cabelo) eram crianças que haviam parado naquele lugar assim como eu ou eram pessoas do próprio lugar, se sujando como se fosse um espetáculo artístico (um espetáculo de muito mau gosto, por sinal). E no finalzinho do sonho, não sei como eu fui parar naquele barril de maionese (meleca bege), afundando e me sujando completamente. E assim foi este sonho sujo. Acredito que tenha mais detalhes de pessoas se sujando que eu não me lembre mais, mas foi basicamente isso o sonho.
E acabou o post de hoje! Até a próxima blogada (que eu nem sei quando vai ser) e viva os meus sonhos sujos! E que o Geraldo Alckmin caia no barril de maionese (uma vez que ele perdeu a eleição para presidente)!

Escrito por Allan às 00h27
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   Invadi o Orkut da Cibele!

Olá, pessoas! Agora eu irei contar um sonho tido no dia 27/09/2006, ou seja, anteontem. Eu sonhei que eu havia entrado no quarto da Cibele Schmidtke (quem lê este blog deve saber quem é a Cibele, mas para quem não sabe, é uma moça lá da faculdade, uma moça bonita, mas pesada, e eu cheguei a gostar dela durante um tempo) e invadido o profile dela no Orkut. Eu entrei no quarto dela (que era todo azul, as paredes eram azuis, a mesa de madeira onde ficava o PC dela era azul, a cadeira era azul, o PC dela era azul...) e sentei na cadeira a fim de usar o PC da Cibele, e acessei o site do Orkut. Não me lembro qual sistema operacional e qual navegador eu estava usando no PC da Cibele. Após carregar a página inicial do Orkut, eu entrei com o e-mail dela (que eu não me lembro se é o mesmo que ela usa na vida real) e a senha, que era "byscoytto" (tomara que esta não seja a senha do Orkut da Cibele na vida real) e dei Enter, daí entrou a Home do profile da Cibele no Orkut. e eu fiquei usando o profile dela para acessar as comunidades dela, postar se passando por ela, etc. Até que a Cibele adentrou o quarto bem na hora que eu estava lá fuçando o Orkut dela. Nesse momento, eu me levantei da cadeira e tremi de medo dela ver que eu estava invadindo o Orkut dela. A Cibele falou comigo não sei o quê (acho que ela estava perguntando o que eu fazia no quarto dela) e não sei se eu respondi algo a ela, e ela foi embora (acho que ela nem percebeu que o PC dela tava ligado). Não me lembro qual a cor da roupa da Cibele neste sonho, só sei que ela tava com aquela mesma cara de sempre (cara de Cibele). E voltei a sentar à frente do PC da moça, voltando a usar o perfil dela no Orkut e logando-me em perfis de outras pessoas da faculdade, como o da Joyce. Não sei como eu sabia dos e-mails e das senhas do pessoal, eu só digitava os dados na página inicial e logava. Depois disso, acho que eu cheguei a mexer em outras coisas do quarto da Cibele e posteriormente fui parar em uma garagem onde havia umas bugigangas e mais não sei quem. A partir daí, não me lembro de mais nada, embora acredite que haja outras partes que eu não me lembre.
Para não ficar no "só isso", vou contar também um sonho sonhado quando eu tinha uns 4 ou 5 anos, em 1990 ou 1991, ou seja, há 15 ou 16 anos atrás. Sonhei que eu e minha mãe estávamos numa espécie de jantar meio esquisito. Estávamos na sala onde tinha a antiga mesa azul de fórmica (onde na vida real a gente almoçava) e na mesa havia um pequeno buraco retangular que na mesa da vida real não tinha. Havia também umas pessoas em volta da mesa, inclusive um velho que tomava pinga num frasco pequeno e meio equisito, que tinha uma válvula do lado por onde saía a pinga e que ele enfiava aquele frasco todo na boca de uma maneira muito nojenta. Acho que eu até fiquei com vontade de tomar aquela pinga esquisita, não tenho muita certeza porque o sonho já faz tempo. Então, um outro velho jogou uma poeira cinza que voou por toda a sala e o sonho acabou aí. Como não havia nenhuma comida na mesa, acho que não era bem um jantar, mas uma reunião meio esquisita. Mas de qualquer jeito, este é mais um sonho boçal para a coleção.
E vou ficando por aqui! Um bom fim de semana e espero que o Geraldo Alquimém não vá para o segundo turno nas eleições presidenciais!

Escrito por Allan às 22h47
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   Allan na Austrália

Olá, leitores do meu blog! Neste post, eu estarei relatando mais um sonho onde eu estou em um outro país, desta vez a Austrália. Em outros posts, eu já relatei sonhos onde eu estou na Áustria, no Chile, na Argentina, no Polo Norte, nos Estados Unidos, num país da Europa não identificado (um país onde havia índios e onde a Tia Carmen morava) e num outro país também não identificado, provavelmente Israel pelo clima "judaico", embora eu não tivesse nenhuma referência a Israel naquele sonho. Mas vamos ao que interessa, ou seja, ao sonho de hoje, sonhado no dia 14/09/2006. Neste sonho, eu sabia falar inglês fluentemente (e também sabia falar português, obviamente) e estava na Austrália hospedado numa casa. Não sei informar em que estado australiano eu estava, mas provavelmente eu estava na Ilha da Tasmânia, uma vez que, neste sonho, houve uma aparição de um demônio da Tasmânia no meio da rua (ainda chego nesta parte). A rua onde ficava a casa onde eu ficava hospedado era bastante parecida com a rua onde eu moro, tinha até o cruzamento com uma avenida (similar à Avenida Kennedy) e os bicicleteiros passando. No início do sonho, eu ficava na porta da casa sentado na calçada de madrugada, olhando a movimentação da rua e os bicicleteiros passando, além de olhar a fachada da casa da frente. Eu estava com bastante sono, mas eu não ia dormir, na verdade, durante o sonho inteiro eu não fui dormir, e eu fiquei sentado na calçada até o dia clarear. Após já ter amanhecido, eu lembro que havia uma garota que morava na casa ao lado (uma australiana) e que falou comigo (e eu falei com ela em inglês). Não me lembro de como era o rosto da garota e nem se ela tinha a minha idade ou se era mais nova ou mais velha que eu. E me lembro também que eu errei a pronúncia de "Austrália" em inglês, eu falei "Austrália" com a pronúncia em português e a garota me corrigiu, falando "Austrêilia". Não sei se essa é a pronúncia correta no inglês da vida real (deve ser). Após a pronúncia incorreta, cheguei a pensar em dizer algo como "No Brasil, a gente fala Austrália mesmo", dizendo em português para a moça (ou para o nada), mas como ela não ia entender o que eu ia dizer mesmo, fiquei de bico calado. Aliás, eu pouco falei no sonho. E fui com ela passear na rua. E eu nem entrei dentro de casa (ou não me lembro de ter entrado, no sonho inteiro eu acho que não entrei dentro da casa onde eu estava hospedado) para me arrumar para sair. Não havia nenhum parente meu no sonho, da família tava só eu e eu mesmo. Então eu saí para passear com a mocinha pelas ruas da Austrália, que aliás não eram muito diferentes das ruas daqui de Praia Grande, com exceção de um ou outro detalhe. Até que apareceu um demônio da Tasmânia na rua. Detalhe: eu nunca tinha visto um demônio da Tasmânia na vida real até o dia que eu tive este sonho, e inclusive, no mesmo dia que eu tive este sonho, quando fui entrar na Internet para achar alguma foto para ver se o demônio da Tasmânia era igual ao que eu sonhei, vi que o bicho era totalmente diferente do bicho do sonho, e este mais parecia com o Taz do desenho animado, só que de carne e osso. Vai ver que era o próprio Taz, o que não duvido nada. A criatura tava andando na rua e veio até a mim, e eu tive a idéia de fazer um cafuné na cabeça do coiso. Fiz um cafuné nele e acabei pondo a mão perto da boca do demônio da Tasmânia (do mesmo jeito que eu faço com as minhas cachorras, no caso, eu ponho a mão no focinho, uma vez que elas não mordem). Foi aí que o Taz mordeu o meu dedo indicador da mão direita, produzindo um buraco fundo na minha unha e partindo-a em duas. Daí eu parei de afagar o demônio e o toquei da minha frente, e continuei a passear com a mocinha, com o dedo perfurado, que nem sangrou e pouco doeu. Fomos para um bar (ou algo que parecia ser um bar) onde havia uns brasileiros. Acho que nem era um bar, acho que devia ser um supermercado ou até mesmo uma enfermaria ou cozinha, uma vez que eu não me lembro direito onde que a gente foi, só sei que o lugar era uma coisa meio que outra coisa, mas o fato é que havia vários brasileiros por lá, falando português. E eu fiquei sozinho nos fundos do lugar, onde havia uma geladeira e mais uns outros coisos. A partir daí, não me lembro de mais nenhuma parte do sonho.
E este foi o sonho de hoje, mais um para a coleção de sonhos onde eu estou em outros países. E até a próxima blogada!

Escrito por Allan às 12h59
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   Mara na cadeia!

Olá, internautas! No post de hoje, eu irei contar o sonho sonhado no domingo passado, dia 13/08/2006. Sonhei que a Mara (aquela que eu a considero como irmã) havia sido presa não sei por qual delito. O sonho começou quando eu fui ver como andava a Mara, pois na vida real já faz semanas que eu não a vejo, e eu estou enrolando para ir na casa dela faz tempo (eu sempre planejo de um dia ir, mas acabo não indo), e fiquei sabendo da prisão dela. Fiquei espantado ao saber do fato, um fato bastante inusitado por sinal, e cheguei a visitá-la na cadeia, que tava mais para calabouço. Ela era a única detenta na cela, cuja parte de cima da grade era circular, em formato parabólico. Tal cela possuía paredes feitas de blocos azuis acinzentados e no interior dela, além da Mara, havia também uma cama e alguns pertences dela. E a Mara estava bastante parecida com a Fernanda Vasconcelos (que fez a Nanda daquela novela do Manoel Carlos), lembrava bastante a Fernanda Vasconcelos. Na vida real, as duas não são parecidas. Posteriormente, fiquei sabendo de que, na academia World Champions, onde eu faço musculação, iria ser julgado um pedido de liberdade condicional ou algo do tipo, para ela ser solta da cadeia. Então, fui à academia acompanhar o julgamento do pedido de liberdade da Mara. Chegando lá, vi que eu não era o único a acompanhar o julgamento e a torcer pela liberdade da minha querida, muitas outras pessoas torciam pela soltura da mãe da Gabi, inclusive muita gente da FATEC. Era até bastante gente para pouco espaço físico, era aquela multidão dividindo espaço com os equipamentos de musculação da academia e com a mesa do promotor (do juiz, do delegado, enfim, do cara que ia deferir ou não o pedido de soltura da Mara), além do próprio promotor e da Mara, que estava do lado da tal mesa. Tanto a multidão quanto a Mara (e eu também, obviamente) estavam ansiosos pela resposta do promotor, que vestia terno. Depois de esperar por vários minutos (acho que mais de uma hora), o promotor deu a tão esperada resposta. O filho da puta indeferiu o pedido de soltura da Mara e esta começou a chorar muito. Ela chorou igual a Nanda da novela das oito. A cena foi de partir o coração, e partiu não só o meu, mas o de toda a multidão, que começou a protestar contra a decisão do oficial, chiando muito e depredando os equipamentos da academia. Eu mesmo peguei o aparelho de puxar o peso para baixo (até hoje eu não sei o nome do aparelho) e o virei, derrubando-o, tamanha era a minha indignação. Depois daquele quebra-pau e de eu já ter voltado para casa, pensei comigo mesmo: "Pôxa vida, uma menina tão novinha e já tá na cadeia! Mas qual será o crime que ela cometeu para estar atrás das grades? E como é que vai ficar a filhinha dela?" Fiquei com muita pena da Mara, foi triste ver alguém que eu amo tanto naquela situação. Posteriormente, fui visitar a Mara na cadeia mais uma vez, para ver como ela andava, como ela se sentia, para falar com ela, para fazer companhia a ela. Ela parecia estar mais conformada com a a decisão do filho da... Quer dizer, do promotor de indeferir o pedido de sua soltura, mas falava em tom triste e sem sorrir. Fiz companhia para a Mara e conversei com ela (sem entrar na cela onde ela ficava, no sonho todo eu sempre fiquei do lado de fora da cela) durante um certo tempo. Quando tava quase acabando o tempo de visita, a Mara me disse que faltavam apenas dez dias para ela terminar de cumprir a pena e de ser solta. Fiquei bastante aliviado e contente com a notícia e saí de lá um pouco mais feliz. Não cheguei a ver a Mara sendo solta, pois o sonho acabou antes disso acontecer. Acho que minha situação perante a Mara deve ter influenciado o conteúdo desse sonho. Coisas do coração mesmo. E preocupação também. Preocupação devido ao fato de eu não saber o que se passa com minha irmã lá na casa dela. Faz semanas e semanas que eu não a vejo. Fico imaginando como ela deve estar agora. Bom, eu só espero que isto não seja premonição...
Até o próximo post, internautas, e um enorme beijo para a personagem principal deste sonho!

Escrito por Allan às 23h12
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   Um sonho que vale por três!

Olá, internautas! Hoje, finalmente, irei postar o prometido sonho anunciado na blogada anterior. Este sonho foi sonhado um dia após eu ter sonhado o sonho onde apareceu o Richard Stallman. Foi um sonho dividido em várias partes distintas. A parte principal (a primeira) se passou num ambiente meio que ao ar livre, onde o sol batia mesmo do lado de dentro do recinto, onde eu e não sei quem jogávamos futebol de palito (tem um nome certo para aquele tipo de jogo, é aquele tabuleiro de futebol que tem vários palitos dentro, palitos paralelos, que rebatem a bola quando o jogador virava a haste do lado de fora), embora o tabuleiro não fosse fechado. Quer dizer, ele até era fechado, mas ele era todo esquisito, era fechado com tela de mosqueteiro, e o tabuleiro era todo de madeira. Eu vinha de bastante longe jogar com o cara (um morador do local, provavelmente um turco), eu vinha a pé e, chegando na “fazenda” (acredito ser uma fazenda pela semelhança com a “fazenda” de Navegantes/SC, onde eu fui uma vez, uma fazenda que não era bem uma fazenda, era um rancho com telhas de amianto onde tinha umas vacas, acho que eu já contei sobre essa tal “fazenda” no meu outro blog), eu empurrava o tabuleiro para dentro do recinto, que ficava no interior da “fazenda”. Durante o trajeto até a “fazenda”, eu via várias pessoas, os moradores das redondezas, inclusive uns chineses. E os moradores da “fazenda” onde eu ia jogar futebol de palito, como já foi adiantado, eram turcos. O recinto onde eu e o turco jogávamos era um depósito de tralhas e tinha até uma estante de madeira com tralhas e ferramentas. Era um barracão, para falar a verdade, embora tivesse iluminação solar, devido ao recinto não ser fechado (não havia uma das paredes). Não me lembro quantas vezes eu fui jogar com o coiso, mas me lembro que, numa das vezes, eu acabei levando o tabuleiro de futebol de palito para casa, empurrando o tabuleiro durante todo o trajeto de volta que, como eu já disse, era um trajeto longo. Chegando em casa, eu me perguntei por que eu havia levado o tabuleiro junto comigo. E o meu irmão Écio, sei lá por quê, pegou uma tesoura e cortou a tela de mosqueteiro, e eu tive que remendar com fita gomada branca. Quando eu devolvi o tabuleiro para o coiso, empurrando aquele tabuleiro novamente durante todo aquele longo trajeto de casa até a “fazenda”, o cara nem percebeu que o negócio estava remendado. Essa foi a parte principal do sonho, a maior de todas, que deu quase um sonho completo. No total, eu me lembro de três partes, incluindo a que acabou de ser contada. Acredito que haja mais partes que eu não me lembre, provavelmente partes mais insignificantes. Uma outra parte do sonho, que ocorreu depois da parte já contada, foi um pouco mais cor de rosa e mais chata, pois o ambiente estava chato a meu ver, embora fosse um local muito bonito visualmente. Eu estava, junto com outras pessoas (uma moça que estava me acompanhando, minha mãe e meu irmão, acredito eu), no interior do campus de uma faculdade de moda ou algo assim. O ambiente tinha muitos detalhes em rosa e vermelho, havia portas de vidro, extintores, estacionamento e escadas, embora eu não tivesse visto esses dois últimos, apenas sabia que tinha. E havia muitas pessoas nos corredores. Acredito que iria haver algum evento relacionado a moda, algum desfile ou coisa do tipo. Não me lembro que moça estava junto com a gente, acredito que devia ser alguma amiga que era aluna da tal faculdade (se é que era uma faculdade, uma vez que eu não sabia direito do que se tratava). Como eu já adiantei, eu estava achando tudo isto muito chato, uma vez que eu ficava esperando em pé durante minutos a fio por algo que eu nem sabia do que se tratava. E eu estava detestando aquele local, e até rogando pragas. Até pensei comigo mesmo, olhando para as portas de vidro: “Imagine se acontecesse aqui o mesmo que ocorreu na Câmara dos Deputados!” ou algo assim, em alusão ao quebra-quebra na Câmara ocorrido a um tempo atrás e causado pelos integrantes do MLST, onde as portas de vidro foram quebradas. Essa parte do sonho foi só isso. E agora, a terceira, a última que eu me lembro. Sonhei que eu tinha ido a uma casa para resolver, acredito eu, um pepino em um computador com Windows. Era uma casa cujas paredes externas eram cor de rosa e que a porta de entrada ficava do lado oposto ao do portão do imóvel. Essa parte eu não me lembro com muitos detalhes como as outras duas partes, mas o essencial eu me lembro. Entrei na casa e lá tinha um homem barrigudo e muito mal-educado, o cara não tinha muita paciência comigo e estava meio nervoso. Depois de um tempo, apareceu o filho dele, que era o Erick da comunidade orkutiana “Windows versus Linux”, vestido da mesma maneira que ele está vestido na foto do profile dele no Orkut, com boné e tudo. Até que ele foi educado comigo, falou obrigado e tudo, ao contrário do barrigudo, que no sonho era o pai dele. Nesta parte do sonho, não me lembro de ter sentado em frente a nenhum computador para resolver nenhum pepino, muito menos computador com Windows. Acredito eu que, embora eu tenha ido na casa do Erick para resolver pepino em PC com o sistema operacional da Microsoft, eu acabei não executando serviço algum, talvez devido ao próprio Erick ter resolvido o pepino para o pai dele, embora eu não tenha essa informação no sonho (foi uma suposição minha). E foi isso, não me lembro de nenhuma outra parte além dessas três.
Nossa, mas este post foi longo! Um dos maiores já postados! E olha que eu contei apenas um único sonho! Se bem que, como foram três partes independentes, poderia ser considerado como três sonhos distintos, mas como foi tudo sonhado na mesma noite e um seguido do outro, eu considero como um único sonho com três partes distintas. Pelo menos, eu compenso o tempo que eu fiquei sem postar. Mas eu já vou preparando um novo post para ser postado no início do mês que vem, um post com dois sonhos ou mais. Provavelmente (pelo menos, é o que eu planejo), o próximo post será antes do próximo dia 15.
E este romance acaba aqui! Até o mês que vem, com mais uma blogada! E soco no saco do Bill Gates!

Escrito por Allan às 23h29
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   Richard Stallman e Mara na FATEC

Olá, internautas! Eu disse que eu ia blogar na semana passada, mas não deu tempo e então eu estou postando hoje!
Como eu disse no post passado, eu irei contar o sonho no qual apareceu o presidente da Free Software Fundation, o Richard Stallman. Este sonho foi sonhado dois dias antes do sonho do último post ter sido sonhado e se passou na faculdade (a FATEC de Praia Grande, para quem não sabe), que estava não muito diferente da FATEC da vida real (só estava um tanto cinzenta, empoeirada e tinha também outros detalhes mais insignificantes, como o elevador esquisito no meio do prédio, um andaime para falar a verdade). Lembro-me que a Mara estava fazendo não sei o quê lá na FATEC, e eu a vi passando pela escada que dá acesso ao andar de cima, bem embaixo do andaime. Como eu a vi, disse oi para ela (não me lembro se eu disse mais alguma coisa), mas ela não me respondeu. Achei que ela não tinha me visto, e então, peguei o andaime (não sei de que jeito, pois este ficava suspenso, em cima da escada) e fui para o andar de cima, acho que o terceiro andar (embora a FATEC na vida real não possua terceiro andar), quer dizer, não sei se era terceiro andar, só sei que não era o segundo (ou não parecia ser o segundo). Chegando no tal andar, tinha uma porta que dava para uma sala, acho que eu entrei lá dentro (ou não cheguei a entrar, não estou lembrado), mas o fato é que a Mara passou por mim, mas não me disse nada. Então, eu fiquei um tanto quanto chateado, até uma pessoa me consolou (uma moça, mas não sei quem era), e eu resolvi dar uma espiada no andar de baixo, ao lado da escada. Então, eu vi um sujeito barbudo e que falava inglês saindo da sala do sexto ciclo. Este sujeito, como já foi adiantado no começo deste post, é o presidente da Free Software Fundation, Richard Stallman. Uma observação importante é que, na vida real, não dá para se observar a porta da sala do sexto ciclo estando no andar de cima sob nenhuma hipótese, uma vez que a sala do sexto ciclo fica quase embaixo da pessoa que estaria observando ao lado da escada (na verdade, um pouco mais para a esquerda). Voltando ao Stallman, este estava falando com não sei quem, em inglês. Achei um fato bem inusitado o fato dele estar na FATEC, e resolvi descer para vê-lo mais de perto. Chegando no térreo, eu me aproximei do RMS, mas não disse nada a ele e nem o chamei, e ele nem me notou, ele continuou falando inglês com o cara. Acredito que tenha outras partes deste sonho que eu não me lembre, mas o principal era isso aí. Acho que teve uma outra parte que aconteceu antes da parte de eu ter visto a Mara, na qual apareceu a mamãe e meu irmão (e possivelmente outras pessoas), mas não me lembro direito o que havia acontecido nessa parte.
Embora vocês não tenham percebido, enquanto eu escrevia este post de hoje, eu dei uma ida ao banheiro para fazer xixi e lá no banheiro eu lembrei de um sonho antigo que eu havia sonhado faz muito tempo, acho que mais de sete anos (acredito eu). Fui dar uma olhada no meu histórico de sonhos postados para ver se tal sonho já havia sido postado e vi que ele ainda é inédito. É um sonho bem besta. Sonhei que o Écio (meu irmão, para quem não sabe) tava de pé em cima de não sei aonde e eu tinha um braço extremamente comprido, além de ser baixinho. Acho que eu era um ET ou algo do tipo. E o Écio era bem alto (na vida real, eu sou mais alto que ele). Eu acho que eu e ele, inclusive, éramos uma coisa só, comigo sendo a parte de baixo. E estávamos num recinto cujas paredes eram vermelhas, um cubículo para falar a verdade. Basicamente, o Écio ficava em cima de não sei o quê e eu esticava o braço para passar um pincel com tinta na cara dele. Eu só fazia isso no sonho, enquanto ele ficava lá parado. E eu pintava ele de várias cores. E o sonho foi só isso! Outro sonho besta para a coleção!
Eu estava pretendendo postar, além destes dois, um outro sonho, mas como tal sonho contém bastante detalhes, teria este sonho que ser postado unicamente num post. Então, será postado na próxima blogada. Sendo assim, até a próxima blogada!

Escrito por Allan às 00h00
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   A menina que sentou no meu colo

Olá, internautas que ainda cessam este blog! Faz mais de um mês que eu não posto aqui devido a minha falta de tempo causada pelas tarefas da faculdade! Mas hoje eu irei postar um sonho muito interessante sonhado ainda hoje. Foi um sonho um tanto quanto espiritual. Espiritual e meio esquisito. O sonho começou com uma mulher meio esquisita fazendo uma strip-tease mais esquisita ainda num programa de TV que parecia estar acontecendo na minha frente, embora eu não estivesse em nenhum programa de TV. O apresentador do programa disse que não valia a moça tirar o sutiã durante a strip-tease. Até aí tudo bem, porém, a moça tirou tudo de uma vez, inclusive o sutiã, e em vários momentos a moça aparentava ser um traveco, principalmente quando tirou a parte de baixo, quando apareceu um pênis no meio das pernas dela, que na verdade era uma lingüiça de pano amarrada na cintura. Essa foi uma parte não muito importante do sonho, o legal do sonho vem a seguir. Numa outra parte do sonho que veio a seguir, não sei se algum evento estava sendo realizado na minha casa (que obviamente era um pouco diferente da original), mas apareceu uma menina de aproximadamente uns sete anos e resolveu, sem pedir autorização e do nada, sentar no meu colo. Era uma menina até bonitinha, branca e de cabelos pretos, estava vestida com roupas cor de rosa (ou seriam brancas?), uma saia e uma blusa normal. Eu não entendi o por quê da menina sentar no meu colo, mas eu nem achei ruim, deixei ela sentada no meu colo, afinal, ela não estava me incomodando. Pensei até que ela iria pedir beijinho ou algo do tipo, mas ela ficou quieta no meu colo. Ficou sentada sobre as minhas pernas durante vários minutos, até que a menina levantou e me disse que foi mandada lá por não sei que instituição e que ela foi participar de não sei o quê (na verdade, eu não sei bem o que ela argumentou, mas foi algo bem assim) e que era para eu dar cinqüenta centavos para ela (ou um real, não me lembro), e disse também que era a segunda vez que tinha vindo sentar no meu colo e que da outra vez eu não havia pago o dinheiro para ela. E a menina falava em tom um tanto bravo. Aí veio na minha memória a lembrança de uma outra vez que a menina havia vindo sentar no meu colo nuna ocasião bastante semelhante. Tive um certo sentimento de culpa e resolvi pegar umas moedas no meu cofrinho para dar a aquela criança, bem mais do que ela havia pedido. Peguei umas moedas douradas, um punhado de moedas, e fui entregar à menina. Porém, ela havia se transformado na Pandora, a minha cachorrinha pequena daqui de casa, uma cachorrinha toda preta e que dá para pegar no colo. Então, eu resolvi entregar as moedas à Pandora e, quando eu dei as moedas a ela, a cadela saiu correndo extremamente rápido, tão rápido quanto um carro de Formula 1, fugindo das moedas. Tentei entregar novamente as moedas à Pandora e novamente ela fugiu em disparada. Pouco tempo depois, a Pandora se transformou no Marcos Pontes, o astronauta brasileiro. Porém, não era o Marcos Pontes, e sim o Bussunda (do Casseta e Planeta) com a aparência do Marcos Pontes. Ou melhor, era o espírito do Bussunda. Novamente eu tentei entragar as moedas, desta vez ao espírito do Bussunda, mas ele ignorou as moedas, pegou uma bicicleta no quintal e decidiu ir para o céu. Após montar na bicicleta, o Bussunda (com cara de Marcos Pontes) começou a pedalar e a voar. E eu me despedi do Bussunda, dando adeus a ele, até ele sumir no céu, que estava começando a escurecer. E o sonho terminou aí.
Como este sonho foi meio longo, estarei postando outros sonhos sonhados recentemente ainda neste mês, como o sonho no qual apareceu o Richard Stallman, o fundador da Free Software Fundation e do Porjeto GNU. Como eu já vou entrar de férias muito em breve, irei tirar o atraso por não ter postado durante esse tempo todo, além de estar postando praticamente uma vez por mês.
Até ainda esta semana que se inicia, meus caros internautas que ainda acessam meu blog!

Escrito por Allan às 22h45
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   Três sonhos consecutivos, e eu pelado!

Olá, pessoal que ainda acessa este blog! Hoje eu vou estar contando três sonhos sonhados nos últimos três dias (9, 10 e 11 de Maio de 2006).
O primeiro sonho de hoje (o do dia 9) foi um sonho nostálgico. Sonhei que eu ia na casa de não sei quem (uma casa toda amarelada por dentro) e era de madrugada, era umas duas ou três da madrugada e a TV tava ligada, e estava passando Cybercops, os policiais do futuro. Fiquei sabendo que estavam reprisando Cybercops em não sei que canal de madrugada (legal se isso fosse verdade). Não sei em que canal tava passando a série. A televisão onde estava passando Cybercops era uma de 29 polegadas, porém antiga e parecia ser feita de pedra. E era amarela escura, assim como todas as outras coisas que faziam parte deste sonho. Um pouco antes dessa parte dos Cybercops passando na TV, uma moça (a dona daquela casa), assim que eu cheguei, me perguntou se minha mãe sabia que eu estava a visitá-la a aquela hora da madrugada e eu não me lembro o que eu respondi. Aí eu fiquei fazendo hora no cômodo da frente da casa, e algum tempo depois eu fui para a sala onde tava a TV passando Cybercops (eu acabei contando a parte mais importante do sonho primeiro). Depois que acabou o episódio (não sei qual era), fui para um outro cômodo e lá havia uma outra moça fazendo uma oferta de canetas oficiais dos Cybercops e dos Caça-Fantasmas. Ela dizia que eram canetas raras, que era difícil de achar tais canetas por aí, mas ela não me falou o preço. Mesmo sem saber o preço, eu encomendei as duas canetas. E eram canetas bem mixurucas, eram canetas que tinham a cara de um dos personagens das séries (a dos Caça-Fantasmas era a mais mixuruca, era toda preta com uma cara de não sei quem). Não recebi as canetas na hora, apenas encomendei uma para mim, e eu ia pagar depois, e o preço iria ser entre dez e quinhentos reais, ou mais que isso. Sei lá porque eu comprei tais canetas. Daí, eu pedi autorização para eu ficar pelado atrás de alguma coisa (não sei que coisa era, acho que era uma cortina, mas não me lembro bem o que era) e a moça dona da casa deu a autorização para eu ficar nu, e fiquei nu atrás do coiso. Acredito que o sonho tenha acabado aí. Um detalhe interessante nesse sonho é que o ambiente dentro daquela casa era todo escuro, havia pouca luminosidade, e tudo era amarelo escuro, mas dava para enxergar tudo a minha volta, apesar de estar tudo escuro. Bem nostálgico, sonhar com a volta dos Cybercops na TV, mesmo passando de madrugada...
O segundo sonho de hoje (o do dia 10) foi um sonho mais sem noção (não tão sem noção, mas ainda assim sem noção). Sonhei que a Lívia (que estuda na FATEC) e o namorado dela (que é filho do professor Osmir) haviam ganho o prêmio de 15 mil reais do quadro "Se vira nos 30" do Domingão do Faustão. Não sei o que eles fizeram em 30 segundos para ganharem o prêmio (o sonho começou na hora que eles recebiam o cheque das mãos do Faustão). E eu via o casal ganhar o prêmio bem de perto, atrás dos câmeras, bem perto do apresentador mala. Depois, eu e o casal fomos para uma casa, acho que a casa da Lívia (nunca fui na casa da Lívia na vida real). Acho que era a casa dos dois, não só da Lívia (acho que eles moravam juntos). O professor Osmir não deu as caras neste sonho. Agora, a parte sem noção. Não sei por que motivo eu e a Lívia estávamos de toalha, eu sem a parte de baixo da roupa (com a toalha cobrindo), mas de camiseta, e ela, embora de toalha, dava claramente para ver que ela estava vestida. E, tanto eu quanto ela, precisávamos nos trocar num dos cômodos, acho que na sala dos fundos, uma sala normal que ficava nos fundos da casa. Ela deixou eu me trocar primeiro, pois eu estava sem a parte de baixo da minha roupa. Ela fechou a porta e eu fui teoricamente me trocar. Só que, ao invés de me trocar, eu fiquei pensando na vida. Aí acabou o tempo que eu tinha para me trocar e a Lívia abriu a porta e pediu para se trocar, que o tempo tinha acabado para eu me trocar. Meio constrangido, dei lugar a ela e saí da sala, emburrecido por ter ficado marcando touca e pensando na morte da Bezerra. E o sonho terminou aí. Quero ver só o que a Lívia vai achar desse sonho...
Por fim, o terceiro e último sonho desta blogada (o do dia 11, ou seja, ontem). Sonhei que eu estava pelado na FATEC. Neste sonho sem noção (ainda mais sem noção que o anterior), todos os alunos do sexo masculino iam na faculdade sem camisa, e eu também ia sem camisa (meio caminho andado para eu ficar pelado). Num dia de aula normal, eu fui à faculdade de ônibus (como eu sempre faço), mas só que no meio do caminho, não sei de que jeito (não sei se me roubaram ou caiu sozinho, ou sumiu) eu perdi minha bermuda e minha cueca ainda no ônibus. Cheguei na faculdade sem roupa, completaente nu. Não me lembro se eu estava ou não de chinelos, mas a minha impressão é que eu estava também sem chinelos, embora, em algumas partes do sonho, dava para ver claramente que eu estava de chinelos, embora na vida real e vá de tênis para a faculdade. Fiquei com medo de uma represália por parte da direção da FATEC (os funcionários e professores e o diretor estavam completamente vestidos, com camisa, só os alunos do sexo masculino ficavam sem camisa), mas o diretor Nilson disse que não havia nada de errado em ficar nu nas dependências da faculdade, eu apenas não podia me masturbar ou ter relações sexuais com alguém, aí sim eu ia ser punido pela direção, além de ser posto para fora da FATEC. Inclusive, eu expliquei a minha situação ao diretor, que eu perdi minha roupa no ônibus e coisa e tal, e ele disse que tava tudo bem, não tinha problema nenhum. Mas eu tava com uma puta vontade de tocar uma sanfona, e se eu fizesse isso, eu ia ser punido pela direção e ia ser posto para fora do prédio da faculdade. E eu assisti às aulas completamente nu, não me lembro que aulas que eram, mas me lembro da sensação estranha de tocar com meu bumbum diretamente no assento de uma das cadeiras do laboratório 3, uma sensação desconfortável e constrangedora. E o pessoal nem falou nada do fato de eu estar pelado na faculdade, era como se fosse normal. No final do sonho, eu fui embora da faculdade e peguei o ônibus para voltar. O interior do ônibus era marrom e, antes de eu passar a catraca, vi uma cueca preta dando sopa no chão. Mesmo sabendo que aquela cueca não era a minha, vesti aquela cueca mais para não ficar com minhas partes de fora e fiquei de cueca no ônibus até terminar o sonho. Neste sonho, o prédio da faculdade era um pouco diferente do da vida real, mas praticamente era a mesma coisa, era só um pouco diferente o prédio. Mas que sonho sem noção, meu Deus do céu... Espero que isto não seja premonição!
Vou terminando esta blogada enorme por aqui. Até a próxima blogada, que eu nem sei quando eu blogarei aqui novamente!

Escrito por Allan às 02h03
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   Sonho de Páscoa!

Olá, internautas! Hoje é o domingo de Páscoa! E hoje eu vou contar um sonho que tem a ver com esta data, um sonho sonhado nesta última sexta-feira, dia 14/04/2006! Sonhei que eu trabalhava num escritório onde havia um chefe bastante bem-humorado que era meio palhaço, e ele fazia algumas palhaçadas para descontrair o pessoal do escritório. O escritório era um espaço pequeno, tinha uns seis computadores, uma louza na parede lateral (não lembro se era mesmo uma louza ou algum outro negócio pregado na parece, como algum cartaz) e uma janela na outra parede. Cada funcionário estava a frente de um computador e o chefe ficava de pé animando o pessoal, falando coisas engraçadas e fazendo o pessoal rir à vontade. Eu ficava sentado em frente ao computador da esquerda, do lado oposto ao da janela, e eu ria de algumas coisas que o chefe falava, não todas as coisas, mas algumas. Não me lembro o que eu fazia em frente ao PC (no que eu trabalhava), só sei que eu trabalhava como os outros funcionários, fazendo a mesma tarefa que eles. Não me lembro o que estava escrito na tela do PC (se eu soubesse, eu poderia deduzir o que eu estava fazendo). Mais pelo fim do sonho, eu pronunciei involuntariamente a palavra "chato" e o chefe veio até a mim para perguntar se ele estava sendo chato ou se o ambiente de trabalho estava chato, e disse que, se estivesse chato, ele pararia de fazer suas palhaçadas. Eu respondi que não, que tava legal e que ele não estava sendo chato. Numa outra parte do sonho, o chefe me deu um ovo de Páscoa enorme, desses de um quilo. Era um ovo de Páscoa embrulhado num papel celofane amarelo e dava para ver que o ovo não estava envolto em papelo alumínio, como geralmente são embrulhados os ovos de Páscoa. E o ovo era daqueles feitos com amendoins, avelãs ou alguma outra coisa misturada ao chocolate, não era um ovo de chocolate ao leite convencional. Ou seja, era um ovo bem incrementado. E assim foi o sonho de Páscoa!
Como este ano eu estou postando poucas vezes aqui neste blog, irei contar outro sonho hoje. Ainda esta semana, sonhei que eu havia viajado para a Argentina para fazer não sei o quê por lá. Eu fui de São Paulo (não sei se eu estava em Praia Grande ou na capital ou em outra cidade do estado) até a divisa entre o Brasil e a Argentina e entrei normalmente na Argentina sem ninguém me pedir nenhum documento e sem dar nenhuma satisfação a ninguém. Entrei na Argentina e andei pelas ruas da cidade, olhando as casas coloridas e as pessoas falando espanhol. Não fiquei muito tempo andando na rua. Numa outra parte do sonho, eu e mais um casal nos hospedamos numa hospedaria bem mixuruca, que se resumia a um único quarto. Tinha uma mesa de sinuca do lado de fora e um letreiro com algo escrito em cima. E em outra parte do sonho (esse sonho foi dividido em partes, não numa seqüência lógica), eu viajava para a Argentina, acho que era a segunda viagem a aquele país, mas dessa vez, para o interior da Argentina, mais para o sul. Lembro-me das paisagens durante a viagem, que, assim como a anterior, foi feita de carro, um carro vermelho. Demorou umas cinco horas de viagem, mas não cheguei a chegar ao destino planejado, pois o sonho acabou aí.
Próxima blogada tem mais! Só não sei quando será a próxima blogada!

Escrito por Allan às 22h07
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   Três sonhos para atualizar esta joça!

Olá, pessoal! Hoje estarei postando mais uma vez neste meu blog, que neste ano está tendo atualizações bem menos freqüentes devido à minha falta de tempo.
O primeiro sonho de hoje eu o tive no dia 29/03/2006. Sonhei que minha caixa de e-mails enchia-se de vírus, spams e outras porcarias com extrema facilidade, como se minha conta tivesse sido invadida por algum hacker. No sonho, eu visitava a casa de de não sei quem (acho que era a casa da Mara, que era uma casa meio que de madeira e um tanto quanto esquisita) e de lá eu acessava meus e-mails. E toda a hora que eu acessava, enviava um e-mail ou fazia qualquer coisa na minha caixa de e-mails do IG, um e-mail com vírus daqueles (um spam) era baixado para o computador, além de ser reenviado para outras pessoas. Isto aconteceu não só na casa da Mara, mas também na casa de outras pessoas que eu visitei durante o sonho (eu sempre precisava usar meu notebook para acessar meus e-mails ou para fazer alguma outra coisa). Na vida real, eu não tenho notebook. E as casas das pessoas que eu visitava eram sempre casas um tanto quanto esquisitas, eram meio que rústicas, com tijolos aparecendo e meio que precárias. E o tempo estava sempre nublado. E o sonho foi basicamente isto (já perdi a conta de quantas vezes eu encerrei um sonho com esta frase).
Em Janeiro do ano que vem, independente de quantas vezes eu tiver postado este ano, eu irei lançar a terceira edição do e-book dos Sonhos do Allan, que agora será atualizado todo o início de ano. E a partir dessa próxima edição, o e-book terá índice e será dividido por capítulos, e cada capítulo será referente a uma época diferente, ou por semestre ou por ano. E estará disponível não apenas em PDF, mas também no formato do OpenOffice.org 2.0 e em HTML.
O segundo sonho de hoje foi sonhado na mesma semana do sonho que acabou de ser contado, só não me lembro o dia exato no qual foi sonhado. Sonhei que eu e minha família morávamos numa outra casa (uma casa até que não muito diferente das que eu estou acostumado a ver por aqui em Praia Grande) e que, nesta casa, o quintal foi alugado e transformado em fórum municipal, onde eram realizados julgamentos civis e criminais, na sua maioria civis. Os julgamentos aconteciam de noite (o sonho inteiro se passou de noite) e eu assistia aos julgamentos sentado em uma das cadeiras de plástico. O fórum improvisado funcionava em condições precárias e seu teto era uma lona preta. E neste sonho havia também um carro amarelo que era tipo um taxi do Rio de Janeiro, mas eu não lembro muito dessa parte do sonho. E o sonho foi basicamente isto!!!
E para encerrar este post, vou contar o terceiro sonho de hoje, que foi sonhado já há alguns anos, acho que foi lá pelo ano 2000 ou perto disso. Sonhei que eu estava sentado em algum lugar e que eu estava de cueca. E havia outras pessoas neste sonho, pessoas que me observavam. Daí, eu saquei o meu pinto para fora, mas acabei machucando-o bem na cabeça do bicho. A partir daí, comecei a sangrar para valer. O meu bilau não parava de sangrar e uma poça de sangue se formava embaixo de mim. Tive que me levantar algumas vezes para sair debaixo da enorme poça vermelha. E eu não sentia dor nenhuma! Além disso, ninguém vinha me socorrer, fiquei sangrando até o sonho acabar. Bem besta este sonho!
E até a próxima vez que eu postar aqui! E a Cibele e a Mara são lindas! A Mara por ser minha irmã que eu tanto amo e a Cibele por ser tão fofa!

Escrito por Allan às 00h46
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   Tirando as teias de aranha

Olá, internautas, não tenho tido muito tempo para postar neste blog devido às tarefas da faculdade, mas hoje eu irei postar dois sonhos!
O primeiro sonho de hoje foi um sonho sonhado no dia 29 de Janeiro desse ano. Foi mais um sonho curto. Sonhei que outra vez eu estava nos Estados Unidos. Desta vez, eu fui na casa de um americano e lá eu fiquei sem fazer nada de interessante, eu só fiquei falando com o cara (não sei em que idioma) sobre alguns assuntos, mas nada muito extendido, foram diálogos curtos. Me lembro que eu vi pela janela uma moça jovem cujos cabelos eram vermelhos, eram cabelos muito lindos e que pareciam ser pintados. Mas o dono da casa me disse que aquela garota não era flor que se cheirasse, e ainda por cima, disse que ela era chata e que ela não batia bem da cabeça, além de pedir para que eu não falasse com ela. Mas a moça era muito linda, uma pena que ela era chata, segundo o que o dono da casa informou. Além de eu trocar umas palavras com o dono da casa, eu fiquei andando pela casa, que não era muito grande, era uma casa predominantemente de cor azul clara. Pela janela, eu vi aquela moça dos cabelos vermelhos abaixando a sua mini-saia e mostrando o seu lindo bumbum, era um bumbum muito bonito, mas tal gesto por parte da moça reforçou a idéia que ela não batia muito bem da cabeça. Além disso, lembro-me que, não sei por que motivo, eu fiquei atrás de um provador (desses que têm nas lojas de roupas, mas que ficava na casa do tal americano) e tirei minha roupa, depois eu pus a roupa de novo. E o sonho foi isto, nada de escalafobético.
O segundo sonho de hoje também foi um sonho curto. Eu tive este sonho no último sábado, dia 04/03/2006. Neste sonho, não menos babaca do que o anterior, eu estava numa fila para ir em um brinquedo em um parque de diversão que possuía apenas aquele brinquedo. O brinquedo era um barco que dava um passeio pelo lago. Fiquei na fila durante um bom tempo, estava bastante ansioso para chegar o momento de eu entrar no barco e passear pelo lago. E a fila era imensa. O cenário do lugar onde eu estava era meio "desenho animado", não parecia real, parecia mais uma pintura. Depois de eu esperar bastante pela minha vez de embarcar no barco, finelmente chegou a minha vez. Mas, na hora que eu fui pagar a entrada no brinquedo, percebi que eu estava só de cueca. Fiquei furioso e disse: "Mas de novo eu sonhar que eu estou de cueca? Que droga!" ou algo mais ou menos isso. Neste momento, percebi que eu estava sonhando, pois já não era a primeira vez que eu sonho que estou só de cueca. Então, desisti de entrar no brinquedo e o sonho acabou, pois, como eu já sabia que eu estava sonhando, decidi acabar com o sonho.
Ainda este mês, pretendo postar pelo menos mais dois outros sonhos. Ultimamente, não tenho muito tempo para postar, por isso diminui o ritmo das postagens neste blog. Mas este blog sempre continuará a ser atualizado. Não pretendo aposentá-lo tão cedo, pois tão cedo não irei parar de ter sonhos curiosos!
E hoje é o Dia Internacional da Mulher, então, parabéns a elas, embora para mim, dia da mulher seja todo o dia, já que todos os dias do ano eu sempre continuo a admirá-las cada vez mais. Principalmente uma mulher em especial, que é a Mara, que agora já é mãe. Viva a mamãe Mara!
E até a próxima blogada! Beijos para as do sexo feminino!

Escrito por Allan às 22h38
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   Ghostbusters Cover

Oi, gente, vou escrever um sonho que se sucedeu no dia 7 de fevereiro, ou seja, ontem (embora já passou da meia noite, considero como sonhado ontem). Sonhei que eu fazia parte de um grupo de agentes que combatiam alguma coisa não sei aonde. Era um grupo tipo Caça-Fantasmas, era eu e pelo menos mais dois homens. Não sei qual era o nome do grupo, mas eu lembro de vários detalhes sobre as atividades desse grupo. Eu e o pessoal do grupo (que vamos chamar provisoriamente de "Ghostbusters Cover") nos reuníamos na sede do grupo, que era um prédio que funcionava como quartel-general. Lá, nós discutíamos sobre as nossas missões, sobre os problemas enfrentados, sobre as nossas idas aos lugares... Havia um bom trabalho em equipe. Assim como os Caça-Fantasmas, nós tínhamos um uniforme característico, se bem que não era parecido com nenhum uniforme da ficção. Lembro-me de algumas missões que eu fui, como uma (que está mais nítida no sonho) em que eu fui a um lugar sem iluminação onde haviam muitos problemas, inclusive eu fui junto com uma mulher. Tivemos que mexer em alguns controles, organizar coisas que estavam desorganizadas (principalmente num cubículo com paredes de cimento onde funcionava um escritório ou algo assim), sanar problemas relativos à escuridão... Teve outra missão que foi numa casa de não sei quem, perto de onde eu e a Mara morávamos (ver mais detalhes um pouco mais adiante, onde eu falo da Mara e da comunidade), onde havia problemas semelhantes, mas nessa parte eu pouco me lembro, lembro mais das partes onde eu e o resto ficávamos no quartel-general dos "Ghostbusters Cover". Mas neste sonho eu também tinha a minha vida de civil. Não sei em que cidade se passou este sonho, mas lembro que eu morava perto do QG do grupo onde eu era membro. E todas as casas eram praticamente iguais, não haviam diferenças notáveis entre as casas (e em uma dessas casas é onde aconteceu a missão mencionada acima). Todos os moradores tinham a mesma quantidade de riqueza, não havia ricos, todo mundo era igual e muito humilde, embora todos morassem em sobrados com detalhes em marrom. Assim como na vida real, eu era muito amigo da Mara, embora esta seja no sonho ainda uma criança, aparentemente com 14 anos. Não sei que idade eu tinha, mas possivelmente eu devia ter uns vinte e poucos anos, alguns anos a mais do que na vida real. E, embora a diferença de idade entre mim e ela fosse notável e o fato da diferença de estatura ser gritante (neste sonho, eu era mais alto que na vida real e a Mara, mais baixa, pois era mais nova), a gente se amava muito. Se na vida real eu considero ela como uma irmã, no sonho éramos praticamente como namorados. Na vida real, eu e a Mara temos a mesma estatura, um metro e 68 centímetros. Uma parte do sonho que mais me chamou a atenção foi uma que as duas partes do sonho se cruzaram. Na rua onde ficava o QG dos "Ghostbusters Cover" (que fazia esquina com a rua da casa da Mara), eu passava normalmente como um pedestre civil, não estava a serviço, aí a Mara, da varanda do sobrado dela (e ela estava junto de uma menina que devia ter uns 5 anos e que tinha a pele parda), me chamou e eu fui na direção do sobrado dela, então eu passei em frente ao QG do grupo onde eu fazia parte e vi um dos meus companheiros, trajando o uniforme de serviço. Ele me olhou como que me convidando a entrar (embora eu estivesse de folga), nesse instante a Mara me chamou novamente, dando um berro. Por um instante, fiquei parado, admirando esses meus dois lados (o lado civil e o lado "militar"). Não me lembro de eu ter ido à casa da Mara, mas eu acho que eu devo ter ido. Não sei em que momento o sonho acabou, de repente o sonho acabou bem aí, ou então momentos depois. Na minha interpretação, este é um sonho que tem muito a ver comigo, tem vezes que eu pareço que tenho um lado meio que "militar" e um outro lado civil, é um sonho que envatiza o trabalho em grupo.
Acho que já na semana que vem tem mais sonhos! Beijos para as mocinhas e especialmente para a Mara, que vai ser mãe!!!

Escrito por Allan às 00h50
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   Desativando um matadouro

Olá, pessoal! Hoje eu vou escrever aqui mais um sonho, sonhado acho que no dia 28/01/2006, que foi o dia do aniversário da Sandy. Sonhei que eu estava provavelmente nos Estados Unidos, dentro de uma sala de execução de condenados à pena de morte. Lá, eu vi uma cama onde os condenados deitavam para receber a injeção letal. Não me lembro se lá também havia alguma cadeira elétrica. Mas, como eu acabava de me tornar dono daquele lugar de alguma forma, decretei que ali ninguém mais iria morrer, ou seja, o lugar seria desativado. Inclusive, disse isso a um condenado que iria ser executado naquela hora e naquele lugar onde eu havia me tornado dono. E eu dizia aquilo de uma forma toda entusiasmada, eu estava muito feliz por desativar aquele lugar. E o sonho se resumiu a isso.
O post de hoje é curtinho, mas depois eu escrevo mais. Até a próxima!



Escrito por Allan às 19h07
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   Entrevista com os Kamen Riders

Olá, internautas! Hoje eu tive mais um sonho cinzento! Sonhei que eu tinha ido a um lugar estranho e que eu havia faltado à aula da faculdade por causa disso. Foi assim: Eu resolvi ir a um prédio onde ia acontecer uma entrevista coletiva com os Kamen Riders. Kamen Riders são super-heróis japonses com roupa de gafanhoto, e já existiram várias versões da série Kamen Rider no Japão, e duas delas já passaram por aqui. Eu fui a esse prédio e entrei no elevador, que era um elevador todo grandão e metálico. Era ainda de manhã, portanto, havia bastante tempo para eu ir à entrevista. Um outro detalhe é que o tempo estava nublado, mas não trovejava e nem chovia. Na verdade, todo o sonho foi cinzento. Continuando a história, assim que eu cheguei lá em cima (não sei que andar que era, só sei que era um andar bem alto, talvez o oitavo ou o décimo), procurei a sala onde iria ser realizada tal entrevista. Só que aquele andar daquele prédio era enorme, havia vários lugares, várias divisões, tinha até um pátio vazio com um chuveiro ligado. E era tudo cinza. Fui andando, fui procurando, até que eu fui parar num lugar que parecia estar ao ar livre, mas com uma certa neblina cinza. Havia banheiros (cujas portas estavam fechadas) e algumas crianças brincando. E havia areia no chão. Aí eu acho que fui a um outro lugar e eu até vi o tal Kamen Rider (que era o Black RX), mas acabei indo parar na sala de um velho. A tal entrevista (se é que aquilo poderia ser chamado de entrevista, pois eu não fiz pergunta alguma, e ninguém mais fez) acabou acontecendo ali. Aí eu fui ver no meu relógio de pulso que horas eram, e já passava das duas da tarde, que no sonho, embora na vida real seja às três da tarde, era a hora do início da aula na faculdade. Como eu já tinha perdido a hora mesmo, fiquei por ali por mais algum tempo até acabar a tal entrevista. Depois que esta se encerrou, corri para descer o prédio e assistir nem que seja a metade da aula, mas eu já nem lembrava mais o caminho para voltar. Mas eu consegui achar o elevador para descer, só que este tava tirando uma comigo, pois havia uma tábua bem no meio do elevador e o botão que eu queria estava bem atrás dessa tábua. Tive que esticar o braço para apertar o botão para o elevador descer, e não sei de que jeito eu consegui entrar naquele elevador com aquela tábua esquisita no meio. Assim que eu consegui descer, o sonho terminou e eu acordei.
Eu nunca assisti Kamen Rider na minha vida, só vi por fotos e ultimamente eu tenho dado uma pesquisada sobre Tokusatsu na Internet, vai ver que foi isso que me fez ter este sonho. Bom, até o próximo sonho!

Escrito por Allan às 11h03
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   Primeiro post de 2006!

Olá, pessoal! Feliz Ano Novo! Hoje é o dia da primeira blogada do ano! E a partir desse ano, não haverá mais a obrigação de eu atualizar uma vez por semana, atualizarei quando eu tiver algum sonho legal para contar.
Hoje eu tive um sonho legal, foi um sonho bastante interessante, pelo menos para mim. Sonhei que fui visitar a mansão da Mara (que estava meio diferente no sonho, não tinha a mesma cara da Mara da vida real). Era uma mansão enorme, com todos os familiares dela morando, e eram familiares que eu nunca tinha visto. E eu estava morrendo de vergonha. Falei com algumas poucas pessoas da casa e depois e saí me escondendo dos familiares da Mara, correndo e ficando atrás dos móveis. Eu estava com muita vergonha, mas com muita vergonha mesmo. E antes de eu sair me escondendo, eu cheguei a entrar num cômodo para provar algumas roupas que um velho guardava, e eram muitas roupas que estavam guardadas naquele cômodo. Eu diria que havia uma confecção inteira naquele cômodo. E a mansão da Mara era muito enorme, mas muito enorme mesmo, acho que aquela mansão dava um quarteirão inteiro, era muito grande mesmo, tinha cômodos e corredores que não acabavam mais. Isso sem contar na decoração e nos móveis, era coisa de gente muito rica. Tava mais para casa da Sandy do que para casa da Mara! O sonho foi basicamente isso, comigo fugindo dos parentes grã-finos da Mara simplesmente poque eu estava com vergonha.
Por hoje é só. Possivelmente, irei blogar semana que vem, se Deus quiser. Até a próxima, pessoal!



Escrito por Allan às 23h29
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   Última blogada de 2005!

Oi, pessoal! Esta é a última blogada do ano! Mesmo sem eu viajar neste fim de ano, irei dar um descanso para este blog por um mês mais ou menos. Só irei blogar novamente ano que vem, depois do meu aniversário. Isso não me impede de blogar antes, caso eu sinta necessidade (caso eu tenha um supersonho).
Hoje eu vou contar um sonho sonhado hoje, dia 15/12/2005. Foi um sonho meio ruim. Sonhei que eu havia arrancado acidentalmente o arame da sala da casa dos meus avós de Curitiba. Vou explicar melhor, contando o sonho desde o início: Eu havia ido, junto com o meu irmão, para a casa dos meus avós em Curitiba a fim de passar uns dias por lá (assim como no ano passado, na vida real). A sala estava um pouco diferente da sala da casa dos meus avós da vida real, havia um arame esquisito no alto da sala, não sei para que servia aquele arame, mas acho que era algum arame importante. Aí passou o dia e chegou a hora de dormir. Fomos dormir eu e meu irmão na sala. Daí, não sei o que eu fiz (acho que plantei bananeira em cima do colchão) que eu esbarrei o pé naquele arame, arrancando-o e derrubando-o no chão. Eu fiquei desesperado por ter derrubado aquele arame, fiquei com medo de meus avós brigarem comigo por eu ter arrancado tal arame. Aí eu tentei consertar o que eu fiz, tentei colocar o arame no lugar, mas não deu certo. Então eu fiquei ainda mais desesperado. Já deviam ser umas cinco da manhã (no sonho) e eu resolvi sair para a rua. Saí do jeito que eu estava vestido (de pijama, embora eu não durma de pijama na vida real) pelas ruas e corri feito louco. Corri tão rápido quanto um automóvel. Corri por um monte de ruas de Curitiba, inclusive tinha gente na rua que ficava me olhando. Depois de não sei quanto tempo, voltei para casa e ninguém tinha acordado ainda (e eu ainda preocupado por causa do tal arame). Aí o sonho acabou, para a minha sorte (além do sonho ser um pé no saco).
Ano que vem tem mais sonhos do Allan! Tenham um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo! Beijos (para as mulheres) e tchau!

Escrito por Allan às 22h04
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   Professora me zombando

Oi, internautas! Hoje é quarta-feira, dia de blogada! E hoje eu vou contar um sonho que eu sonhei na última sexta-feira, dia 02/12/2005. Sonhei que a professora Simone estava zombando de mim na aula dela. No sonho, ela dava aula de Computação Gráfica e de Efeitos Especiais. Dessas duas matérias, apenas a primeira é cursada na faculdade (e nem é lecionada pela professora Simone), a outra não existe. Na vida real, a Simone dá aula de Banco de Dados. Foi assim: Ela dava aula no laboratório nº4 da faculdade (asssim como na vida real) e ensinava uns bagulhos que eu não entendia nada (assim como na vida real). As aulas de Computação Gráfica eram dadas às quartas-feiras e as aulas de Efeitos Especiais eram dadas às quintas-feiras. As aulas de Computação Gráfica eram iguais às que o professor Vagner (o da camisa salmão) dá na vida real, e as aulas de Efeitos Especiais eram completamente sem noção, um tanto quanto ficção científica. Na tela dos computadores, aparecia os alunos em lugares completamente esquisitos. E eu não entendia bulhufas da matéria (assim como na matéria de Banco de Dados da vida real). E eu já sabia que eu ia ficar de DP nessas duas matérias. E para piorar a situação, a professora Simone zombou da minha situação nas matérias dela: Sentou ao meu lado e ficou sussurrando na minha orelha, em tom de deboche: "Você ficou de DP! Ficou de DP! De DP! D... P!" E o sonho acabou aí. Ainda bem que na vida real ela não fez isso, e eu devo ter passado na matéria de Computação Gráfica.
Dá tempo de eu escrever mais um sonho, um sonho sonhado provavelmente em 1998. Sonhei que eu havia feito não sei de que jeito uma viagem no tempo para o passado. Não sei que ano eu fui, só sei que eu viajei muitos anos para trás, acho até que eu viajei para antes do século vinte, ou talvez antes do século quinze, ou talvez no início da Idade Média. No lugar onde eu fui parar, havia algumas construções rudimentares, feitas de madeira ou de algum tipo de pedra amarela. As construções eram extremamente rudimentares, nada que a gente está acostumada a ver hoje em dia existia e o chão era em grande parte de terra, inclusive dentro das construções. Mas o que me chamou mais a atenção foi uma inscrição em uma das paredes da época, onde estava desenhado uma cabeça de um antigo personagem meu da época que eu era criança, e embaixo estava escrito "A ECIA Ê", algo como "Olha o Écio aí" em outra língua. Écio é o nome do meu irmão. A partir daí, na vida real, eu comecei a chamar o tal antigo personagem que estava desenhado na tal parede de "A ECIA Ê" (ou eu já chamava antes de sonhar este sonho?). Foi só isso que eu lembro do sonho, outros detalhes não têm muita significância, o mais importante foi a parte do antigo personagem desenhado na parede.
E até semana que vem, com o cara que mais sonha na cidade de Praia Grande!

Escrito por Allan às 22h22
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   Três sonhos bestas em uma só blogada!

Oi, pessoal! Hoje eu vou escrever neste blog mais um sonho com conteúdo erótico. Desta vez, a vítima foi minha prima Daniela. Este sonho foi sonhado há vários meses atrás, talvez há mais de um ano. Sonhei que a Daniela ficava num corredor cor-de-rosa e ela estava completamente nua, e ela ficava se escondendo num tipo de uma fresta por onde ela ficava, para não ser vista pelos que passavam pelo local. Eu passei por aquele corredor algumas vezes. Acho que aquele corredor dava para um outro lugar, acho que dava para algum cômodo do lugar onde eu estava, que eu nem sei que lugar era. Acho que era a casa de alguém que possuía muito dinheiro. Para desespero dos tarados, o sonho foi só isso. É o que eu me lembro. Tomara que os tarados não me batam.
Como esse sonho foi curto, vou contar outro sonho curto, o sonho do buraco na perna. Este foi sonhado há mais de dez anos provavelmente. Sonhei que eu tinha um estranho buraco na minha perna. Acho que era a perna direita. Eu ficava olhando o tal buraco e eu acho que eu até colocava a mão no buraco (não tenho certeza se coloquei ou não) para ver se tinha algo dentro. A sensação era que minha perna era de madeira ou coisa do tipo. Acabou aí, é só isso.
E o terceiro, para encerrar, é um sonho armado. Este foi sonhado há muito tempo, há pelo menos uns seis anos. Sonhei que tinham me dado uma arma de presente. Acho que foi de presente de aniversário. Todo mundo me falava para eu usar a tal arma, mas eu ficava segurando a arma sem fazer nada com ela, eu só ficava olhando aquele revólver. E todo mundo insistia que eu tinha que usar aquela maltita arma, e eu lá, só olhando para o artefato, com este empunhado na mão direita. Até o Tiririca (alguém ainda se lembra dele?) me dizia para eu utilizar aquela arma. E eu não usei a arma. O sonho acabou e eu não usei a arma.
Três sonhos bestas numa única blogada, ninguém merece! Por isso, vou encerrando aqui o post de hoje! Tchau e viva a Mara e suas unhas pintadas de vermelho!

Escrito por Allan às 02h00
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   Terroristas e calvície

Oi, pessoal! Estou meio atrasado para blogar neste blog, mas antes tarde do que nunca! Hoje eu vou contar dois sonhos sonhados um e dois dias após o último sonho postado aqui, respectivamente.
O primeiro foi um pesadelo. Sonhei que um grupo de terroristas havia feito eu e mais um monte de gente de refém. Eles apontavam metralhadoras para as cabeças de cada pessoa e faziam ameaças em espanhol e em português. Eu e o resto do pessoal estávamos numa espécie de corredor andando tranqüilamente, quando terroristas vestindo cor bege (cor igual à do chão e do ambiente) botaram armas na cabeça de todo mundo, fazendo ameaças, inclusive a mim. E o terrorista que apntava a metralhadora para a minha cabeça fez ameaças primeiro em espanhol, depois em português. Cheguei até a chorar, perguntando o que é que eu havia feito a eles. O sonho foi só isso. Se eles me libertaram, isso eu não sei.
O segundo sonho de hoje não foi tão ruim e foi sonhado um dia depois desse pesadelo que eu acabei de contar. Sonhei que eu havia ficado com calvicie, com muito pouco cabelo na cabeça. Eu tava que nem o professor Ademir da FATEC. Um cabelo de véio. Eu passava a mão na minha cabeça e não me conformava de ter tão pouco cabelo na minha cabeça. Quando eu acordei, fiquei aliviado em saber que aquilo era só um sonho.
É só isso e até a próxima, internautas!

Escrito por Allan às 01h13
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   A mulher proibida

Olá, pessoal! Hoje é dia de sonho! E hoje tem sonho legal! Pelo menos, legal para mim!
O sonho de hoje foi sonhado no dia 14/11/2005, segunda-feira. Sonhei que eu tive contato com uma mulher "proibida". Proibida por ser "suja", o pessoal das redondezas não gostava dela, ela tinha jeito de ser malandra, ou seja, não era flor que se cheirasse. Foi assim, eu morava no prédio de trás e ela morava no prédio bem a frente do prédio onde eu morava com a minha família. A recomendação geral era para nem chegar perto daquela mulher. Mas não foi bem isso que aconteceu no sonho. Eu acabei trombando com a moça algumas vezes, nos momentos em que eu passava em frente ao prédio onde a tal moça morava. A moça (que tinha cabelos ruivos e parecia ser uma mulher normal) falava pouco e aparentava ser tímida. Eu via ela e depois ela entrava no prédio onde ficava o apartamento dela. No sonho, eu gostava de passear por entre os dois prédios, o de trás e o da frente, isto porque, pelo menos neste sonho, eu tinha bastante tempo livre. Mas meus contatos com aquela moça (que eu nem sabia o nome) não ficaram só nisso: Por uma vez, eu fui até o apartamento dela! Não sei o que eu fui fazer lá, mas me deu uma baita sensação de proibido que vocês nem fazem idéia (tudo o que é proibido é mais gostoso). Entrei no apartamento dela e falei um pouco com ela. E o impressionante é que dava para ver pelo braço dela as energias negativas que ele trazia consigo, parecia que havia berebas no braço dela, só que não eram bem berebas, era alguma coisa parecida com berebas, mas não era berebas. Para quem não sabe, bereba é um sintoma alérgico que se caracteriza pelo aparecimento de bolinhas vermelhas na pele, é parecido com brotoeja, mas não é brotoeja, esse sintoma alérgico acontece bastante quando um palmeirense veste a camisa do Corinthians ou vice-versa. Voltando ao sonho, eu fiquei no apartamento da mulher durante algum tempo, ela falava pouco, eu menos ainda, não fiquei muito tempo lá, uma vez que eu fiquei com um certo medo de ela me fazer alguma coisa. Eu sabia que, caso meus parentes descobrissem que eu estive com ela, iriam brigar comigo. Voltei logo para casa, tomei muito cuidado para que eu não fosse visto por ninguém (caso eu fosse visto saindo do apartamento da mulher, alguém poderia contar para meus parentes, além de eu ser mal-visto pela sociedade). Depois que eu cheguei em casa, fiquei pensando naquela moça proibida (e até que ela era bonita). E, antes do sonho se encerrar, eu ainda pensei sobre o fato de eu ter ido no apê dela, falado com ela, tocado nela (não taradamente, só encostei a mão nela), além de pensar no eventual perigo de eu estar junto a ela, se bem que ela não me fez nada e eu nem fiquei sabendo de alguma coisa errada que ela fez. Talvez ela fosse apenas uma moça drogara (se bem que eu não vi ela usando qualquer tipo de entorpecente) ou talvez fosse só mais uma grande lenda urbana, que só mete medo, mas não faz nada. E o sonho foi esse. Particularmente, eu até gostei deste sonho, teve um sabor meio que (ou completamente) proibido.
Bom, como o texto dessa blogada foi extenso, por hoje é só. Eu estava pensando em contar mais dois sonhos sonhados também nessa semana, mas aí o post ia ficar maior que o texto da GNU General Public License, aquela famosa licença de software de código-fonte aberto como o do Linux. Semana que vem, irei contar esses dois sonhos. Assim como este que eu contei hoje, os sonhos da próxima blogada seráo uns sonhos daqueles. E até semana que vem, internautas!
PS: O bebê que a Mara tá esperando será uma menina! Ela ficou sabendo ontem!

Escrito por Allan às 23h48
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   Dupla acidentada e outro sonho tarado

Oi, gente! Essa segunda-feira, dia 07/11/2005, eu tive outro sonho com a Sandy e seu irmão, um sonho "acidentado". Sonhei que a dupla havia se acidentado não sei de que jeito (acho que foi de carro, mas não tenho certeza) e que os dois acabaram com o braço machucado. Tanto a Sandy quanto o Junior ficaram impossibilitados de doar sangue. Mas até que o sonho não foi tão ruim, pois enfatizou a recuperação de ambos, e, no final do sonho (ou ainda no começo, pois me parece que o sonho já começou depois que todas as partes que eu citei anteriormente aconteceram), Sandy e Junior já puderam doar sangue novamente. Não sei se a dupla, na vida real, costuma doar sangue (eu ainda não, mas quem sabe um dia), mas no sonho, era de grande importância que os dois doassem sangue, principalmente a Sandy. Também me lembro que eu tava num lugar meio cinzento e azulado, mas não me lembro direito aonde era, acho que foi lá que eu fiquei sabendo dos acontecimentos em relação à Sandy e ao Junior. E o sonho foi só isso.
Para não ficar no "só isso", eu vou contar um sonho bastante antigo (antigo e tarado), que eu sonhei faz anos. Sonhei que eu havia ficado invisível meio que involuntariamente. Enquanto eu estava invisível, me dava uma sensação que eu não estava sendo visto por ninguém. Durante todo o sonho, eu ficava andando entre a multidão. Eu fiquei invisível por duas vezes. Na primeira vez, eu nem percebi direito que eu estava invisível, e quando eu percebi, não quis me aproveitar daquilo. Então, eu fiquei pensando, após eu voltar a ficar visível: "Eu acho que eu deveria ter aproveitado que eu estava invisível e eu deveria ter pegado nos seios de uma mulher qualquer que estivesse passando por aí" ou alguma coisa parecida com isto, se bem que eu mesmo não estava muito de acordo com a idéia. Depois de bastante tempo, involuntariamente eu fiquei invisível de novo e, dessa vez, eu cometi um ato tarado. Estava passando bem na minha frente uma moça muito bonita com os seios fartos, que trajava uma blusa cinza clara. E adivinhem o que eu fiz? Acho que vocês já devem ter imaginado o que eu fiz. Ela parou bem na minha frente, acho que era até na porta da antiga escola onde eu cursei o Ensino Médio, fiquei com aquela vontade, aproveitei que eu estava invisível e meti as duas mãos com muita vontade nos seios daquela moça bonita. Alvejei ela com tudo. Ela, é claro, ficou assustada. E bem nessa hora, antes mesmo de eu tirar as mãos dos seios da linda moça, o sonho acabou. Mais um sonho tarado para a coleção. Lembrando que eu não sou tarado na vida real.
Bom, pessoal, este foi o sonho de hoje. E até a semana que vem, com outro sonho, seja esse sonho tarado ou não!



Escrito por Allan às 18h53
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   Moça mística

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho curtoo (estou com pouco tempo para postar), mas bem recente. Sonhado há poucos dias, foi um sonho um tanto místico. Sonhei que havia uma mulher que era meio feiticeira (embora não tivesse feito nenhum feitiço no sonho) e essa mulher vivia num lugar meio escuro, acho que era a casa dela (ou o lugar onde ela fazia os bagulhos místicos dela). Um detalhe importante é que ela não mostrava o rosto. Eu tava lá junto com ela e esta moça me pediu para eu participar dos troços místicos dela. Ela me fez chacoachar uns chocalhos, um negócio meio de doido. Fiquei com o pé atrás, mas fiz o que ela pediu. Também cheguei a conversar com ela sobre alguns assuntos que eu não me lembro. Durante o sonho todo, eu tentava adivinhar quem era aquela mulher. Eu achava que era alguém conhecida, talvez com mais de 40 anos. No final do sonho, a mulher resolveu sair debaixo dos panos que a cobria e me revelou sua identidade. O nome dela eu não me lembro mais (nem sei se ela me falou), mas ela era bem diferente do que eu imaginava, era uma moça jovem, morena e aparentava ser um pouco mais velha que eu. E a cara dela tava meio suja de uma meleca branca não-identificada, parecia aquela tinta de corrigir erros escritos a caneta. E o sonho acabou aí.
Tchau a todos e uma boa semana!

Escrito por Allan às 00h05
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   Roubo de software!

Oi, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho sonhado hoje (ontem, pois já passou da meia-noite de novo). Sonhei que a propriedade intelectual do professor Fernando Branquinho estava sendo roubada! Para quem não sabe, Fernando Branquinho (também conhecido como Branqs) é o meu professor de Java na faculdade. Foi assim o sonho: o Branqs fez um software muito porreta que servia para alguma coisa que eu não sei, devia ser alguma espécie de AutoCAD ou então um software do tipo do que ele falou na aula, que injeta o termoplástico no molde e que depois solta a peça e que mexe na rebimboca da parafuseta de não sei o que lá, enfim, um software daqueles. Não sei se o software era feito em Java ou alguma outra linguagem de programação. Aí ele ficou todo feliz porque fez o software e falou para um monte de gente (inclusive para mim) e deixou o software em cima da mesa dele. Nisso, um casal muito mal-intencionado entrou na sala dele e roubou o software com caixa e tudo. Depois de algum tempo, fiquei sabendo do roubo do tal programa (que devia valer uma fortuna, assim como o AutoCAD) e fui avisar o Branqs sobre o roubo. Quando fui comunicar o roubo do programa que ele havia feito, o Branqs ainda tava todo feliz porque havia feito o progarma, e quando ele ficou sabendo, ele deu a idéia de esperar os ladrões voltarem à sala dele para roubarem mais algum outro software, pois sabe-se que todo criminoso sempre volta ao local do crime por algum motivo, nem que seja apenas para apagar seus vestígios. Fomos então à sala do Branqs para pegar os ladrões. Por falar na sala do Branqs (onde ele havia feito o software, digitado o código-fonte e testado o programa já depois de pronto), a sala dele era toda azul, o computador dele era azul claro, a mesa também era azul, as paredes eram também meio azuis, acho que até a caixa do software roubado era azul. Voltando ao sonho, ficamos na sala do Branqs até os ladrões aparecerem novamente. Quando eles apareceram, pegamos eles em flagrante. Os ladrões eram um casal (como eu já disse), um rapaz moreno e uma moça ruiva com cabelos compridos e cacheados. E ainda por cima, eles ainda estavam com o software em mãos. Arranquei o software das mãos do que estava segurando a caixa (não sei se era o rapaz ou a moça) e os dois ficaram bastante sem graça por terem sido pegos com a boca na botina, principalmente a moça. Eu e professor acabamos por cercar os dois meliantes. Ficaram os dois ladrões de software encurralados por alguns instantes, até que aconteceu o inacreditável: Sabe quando, no Sítio do Picapau Amarelo, a Emília fala "Pirlimpimpim" e some, e acaba indo para outro lugar? Pois é, o casal de meliantes fez a mesma coisa, e sem falar Pirlimpimpim! Eles sumiram, e sem deixar vestígios! Me deu uma sensação de impunidade e uma raiva tão tremenda que vocês não fazem idéia! E o sonho terminou aí. Pelo menos, o Branqs recuperou seu valioso software.
Bom, internautas, este foi o sonho de hoje. Até a semana que vem com mais outro sonho!

Escrito por Allan às 00h32
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   Morando com a Mara

Oi, pessoal! Ultimamente, eu tenho tido sonhos bastante nítidos! Hoje eu vou contar dois sonho, um sonhado anteontem e o outro sonhado ontem! Primeiro, o sonho sonhado anteontem (se bem que não é mais anteontem, já que passou da meia-noite): Eu estava numa espécie de hotel não sei em que lugar. Estavam hospedados eu e mais alguns familiares meus, não sei que familiares que eram, na verdade, eu não sei nem se eram meus familiares. Lembro-me que, no quarto que eu estava, havia umas tranqueiras estranhas, parecia mais um depósito de quinquilharias. Tinha um piano, uma estante cheia de bugigangas, um sofá, uns móveis que só atravancavam o espaço físico... Ah, tinha dois pianos, um preto e outro vermelho, não era um só. Como o quarto estava entupido de tranqueiras, mal dava para andar, embora pudesse caminhar até alguns corredores normalmente. Por falar nos corredores, havia um que tinha uma janelinha igual a essas por onde os presos vêem o sol na cadeia, uma janelinha com grades no fundo do corredor, e o corredor só tinha isso, mais nada. E outro detalhe importante do sonho é o que eu e o resto do pessoal conversávamos. O pessoal ficava elogiando o espiritismo e eu ficava criticando, xingando a religião espírita. Não tenho certeza, mas eu acho que eu falei no sonho que o Chico Xavier queimava a rosca ou um negócio assim. Eu não concordo com o espiritismo, mas falar que o Chico Xavier queimava a rosca já é meio pesado demais. Lembrando que, nos meus sonhos, eu não sou responsável pelos meus atos. O sonho foi só isso.
E o segundo sonho de hoje é mais um sonho que eu tive com a Mara. Desta vez, sonhei que eu e ela acabávamos por dividir a mesma casa, e em Curitiba. Era assim, eu e minha família morávamos no andar de cima (era um sobrado) e a Mara e a família dela (embora na vida real ela more sozinha, no sonho, ela morava com a família dela) no andar de baixo. Ai, eu fiquei tão feliz de morar bem perto da Mara! E até que a casa era grande! Claro que tinha o inconveniente de, para eu entrar em casa, tinha que passar pela casa da Mara, mas isso era o que menos importava. E a casa (ou seja, o sonhado) ficava em Curitiba. Lembro-me que o sobrado ainda estava em obras quando eu me instalei por lá. No andar de baixo, ainda havia um buraco na parede que dava para a rua, mas mesmo assim, eu e a Mara já podíamos morar com nossas famílias na casa mesmo não estando totalmente pronta. A cor predominante do interior do andar de baixo era cinza e a do interior do andar de cima era verde. Já pensou se isso acontece de verdade? Vocês sabem que eu tenho um carinho muito grande pela Mara. Pena que foi só um sonho! E eu vou continuar moarndo na minha velha casa dos fundos!
E hoje, eu tive outro sonho daqueles! Mas esse eu vou deixar para a semana que vem! Tchau a todos e um beijo para a Mara!

Escrito por Allan às 00h03
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   Sonhei com Jesus!

Olá, pessoal! Hoje eu vou contar um sonho cristão. Foi sonhado esses dias. Sonhei que o mundo estava meio esquisito, meio misturado de ficção com realidade. O sonho tinha umas figuaças esquisitas e até bíblicas, como Jesus Cristo. É, ele apareceu no sonho! E vocês sabem quem estava do lado dele? A Mara? A Cibele? A Alzira? Não, a Rita Repulsa, aquela inimiga dos Power Rangers! Foi numa parte do sonho em que os dois trombaram um com o outro num caminho que dava para a entrada de um lugar para onde eu estava indo, aí Jesus tentou, mesmo sem dizer uma única palavra, convencer Rita Repulsa a se redimir de seus atoas malignos. O lugar onde eu estava indo era um lugar bem grande, mas eu não sei o que era exatamente, se era a residência de alguém, se era algum comércio ou uma rede de comercios, se era algum centro de comando de algum super-herói, se era alguma outra coisa maluca. Lembro-me que, na entrada desse lugar, havia umas televisões que mostravam algumas cenas do seriado dos Power Rangers, além de algumas outras cenas de outras coisas que eu não me lembro. Lembro-me também que o mundo estava meio esquisito, o céu tinha uma cor diferente (que agora eu não me lembro, só sei que não era azul), eu acho que eu nem estava no Brasil. Basicamente, o sonho foi isto.
Semana que vem, mais um ou dois sonhos! Tchal!

Escrito por Allan às 20h48
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   Centésima blogada, e é com sonho boçal!

Olá, internautas do Brasil e do mundo! Esta é a centésima vez que eu estou blogando neste blog! Esta é uma blogada histórica! Cem blogadas no blog dos Sonhos do Allan!
Bom, era para eu ter blogado ontem, mas eu esperei para ter bom sonho para colocar aqui e hoje, felizmente, eu tive este sonho. Quer dizer, não foi um sonho lá grande coisa, mas é o suficiente. Hoje eu sonhei que eu e todo o pessoal da FATEC fomos ter aula numa sala de aula toda de madeira que, no sonho, era aonde eram dadas as aulas da ETE (Escola Técnica Estadual). Era um lugar que cheirava a madeira fedorenta e que tinha uma televisão numa estante, e essa estante ficava no lugar onde era para ter a lousa. Na vida real, a ETE e a FATEC funcionam no mesmo prédio. O pessoal da minha classe entrou em uma das salas de madeira e, assim que o pessoal entrou, começou a reclamar do cheiro de madeira fedida da sala de aula. E advinha quem deu a aula? A Cibele? A Mara? O Branqs? Não, a Alzira, que foi minha professora no primeiro ciclo da faculdade (e dá aula até hoje). Eu já havia sonhado com ela uma vez (naquele sonho da praia ao contrário e das privadas cocozentas no Chile, onde ela estava sentada em uma das privadas). Embora ela só dê aula para o primeiro ciclo, a Alzira apareceu no sonho para dar aula para a gente. Quer dizer, não foi bem uma aula, foi uma sessão de vídeo na televisão. E foi um vídeo que não tem nada a ver com as matérias da faculdade e nem a muito menos a ver com o que a Alzira leciona. Foi um vídeo completamente sem noção e boçal. Eu diria que o vídeo foi até pornográfico. Era um vídeo de um casal bastante boçal e os dois faziam coisas completamente sem noção, como o cara despejar um jato de água na blusa branca da mulher (para ficar com a roupa transparente e aparecer os mamilos) e a mulher ficar gritando e fazendo caras e bocas ao som de uma música não menos boçal que a cena, além de outras coisas non-sense que o casal fez. Não sei o que o pessoal achou do vídeo, mas eu achei extrememente boçal. Porra, por que a Alzira não passou um vídeo sobre cooperativismo, ou sobre Java, ou sobre redes de computadores, ou sobre qualquer outra matéria do curso ou que tivesse a ver com o curso? Cada coisa que eu sonho! Bom, nem precisa dizer que o sonho foi só isso.
Bom, a centésima primeira blogada promete! Até a semena que vem com outro sonho sonhado por mim!

Escrito por Allan às 22h19
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